domingo, 6 de dezembro de 2009

5 MIL VISITAS


Agradeço imensamente a todos que me visitaram, aos que deixaram seus comentários e recados amorosos no mural e, aos que decidiram seguir o blog.

CARTÃO DE NATAL

COPIEI! Este lindo cartão foi postado no blog Alfabetização consciente da Ana Paula Ruggini Zarpelon.

sábado, 5 de dezembro de 2009

33 SITES EDUCATIVOS


Seu filho faz parte da chamada "geração Y". Também conhecida como geração da Internet, ela é composta por nascidos depois da década de 80 e tem como principal característica o seu crescimento em uma época de grandes avanços tecnológicos. Isso quer dizer que o computador faz ou fará parte da rotina dele (como a TV talvez tenha feito da sua). "As crianças e os adolescentes de hoje são nativos do computador e da internet. Já os adultos são imigrantes. São relações muito diferentes", afirma a Melina Veiga, especialista em Tecnologias Interativas Aplicadas à Educação e professora do Centro Universitário UniÍtalo e professora de Informática do Colégio Santa Marcelina, em São Paulo.
Veja a seleção de sites para crianças e adolescentes avaliados pelas educadoras. Preste atenção às recomendações e divirta-se com o seu filho!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

WIND OF CHANGE

sábado, 21 de novembro de 2009

APOCALYPTICA - RUSKA

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

JUSTIÇA - INCLUSÃO


MEC autoriza jovem com paralisia cerebral a usar computador no Enem

Aos 17 anos, ele conclui o ensino médio e já fez ensino técnico.
Ministério Público chegou a entrar com ação contra o Inep.

Depois de seis meses de muita insistência, um jovem com paralisia cerebral conseguiu autorização do Ministério da Educação (MEC) para usar um computador adaptado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).


Apesar da sua restrição motora, a capacidade cognitiva de Guilherme Finotti não foi afetada. Aos 17 anos, ele vai concluir o ensino médio regular neste mês e já terminou em julho o ensino técnico em informática. No entanto, para se comunicar, o computador é imprescindível. “Até eu, que sou mãe, muitas vezes não entendo o que ele fala. Então, peço para ele escrever”, conta a dona de casa Eunice Marili Finotti, 43 anos.


Por causa da deficiência, ele não consegue abrir totalmente a mão. Para usar o computador, ele depende de teclado e mouse especiais. Sobre o teclado normal, uma peça reta de acrílico transparente com furos é presa. Com uma caneta ou lápis, ele alcança as teclas e consegue digitar. No lugar do mouse, há um equipamento com botões grandes alinhados em série, que ele aperta para se movimentar na tela do computador.


Destaque entre os seus colegas na escola, Guilherme também desenvolve trabalhos de iniciação científica como bolsista numa instituição de ensino superior de Novo Hamburgo (RS), onde mora com o pai e a mãe. O seu primeiro projeto, que consistia num software para ajudar na alfabetização de crianças com paralisia cerebral, recebeu o prêmio de destaque no 4º Salão UFRGS Jovem 2009. Guilherme ainda foi medalha de prata na VII Olimpíada Brasileira de Astronomia. Leia mais...


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

CARÍCIA PARA A SUA ALMA!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

TICs e EaD

Encontrei nas minhas andanças pela rede este artigo interessante sobre a EaD, do qual tomo a liberdade de reproduzir um trecho:

"Sendo certo que a infoexclusão é hoje sinônimo de exclusão social, a educação superior de adultos a distância contribui para a diminuição do fosso entre infoincluídos e infoexcluídos digitais. É esse também um benefício (mais um) de uma modalidade de ensino que mudará o nosso futuro, em termos que só a falta de visão, a tibieza ou a escassez de iniciativas conseguirão limitar", escreve Carlos Reis, professor de literatura portuguesa e reitor da Universidade Aberta, de Portugal, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 02-09-2009.

Quem desejar saber mais sobre o assunto, leia o artigo na íntegra: Ensino a distância: agora e no futuro.

Sobre os selinhos - considerações


QUERIDAS AMIGAS E QUERIDOS AMIGOS BLOGUEIROS:

Nem precisaria dizer o quanto aprecio e reputo importante o trabalho de todos nós, entretanto, desde que me inteirei dos procedimentos acerca do oferecimento e distribuição dos denominados "selinhos", um sentimento singular tem-me atormentado: não me sinto à vontade quando os recebo e considero trabalhoso repassá-los para os colegas. Por outro lado, ainda não consegui estabelecer a importância real dos tais selinhos. Qual é o objetivo? Elogiar o trabalho dos amigos? Ora, o modo mais simples e rápido de fazê-lo é agir como o amigo Aluisio, ou seja, escrevendo um comentário ou deixando um recadinho no mural. O que pensam a respeito disso os amigos?
Não seria esta uma questão sugestiva para lançar numa enquete?

SER PROFESSOR


Vou transcrever aqui um dos mais belos e benfazejos elogios que recebi nos últimos tempos. Não o faço por vaidade ou por convencimento. Faço-o porque, além da musicalidade e da doçura das palavras, este escrito me veio num momento em que necessitava de um gesto de redenção, num período de desânimo, de descrença na minha capacidade de levar adiante a missão que escolhi e pela qual me apaixonei. Quem me escreveu foi um outro professor, não menos apaixonado do que eu: Aluisio Cavalcante Jr, o criador do blog CORAÇÃO DE PROFESSOR. Obrigada, professor Aluisio!

"Quando um professor disponibiliza o conhecimento para outros mestres,
a vida faz folia em infinitos corações. Parabéns pelo espaço. Fica feliz!"




domingo, 15 de novembro de 2009

ARTE, HISTÓRIA E TICs

Unir Arte e ensino de História deveria ser uma atividade normal em projetos escolares, já que a Arte sempre reflete um contexto histórico. Em virtude da disponibilização de recursos na web, aliar estes conteúdos ao uso das tecnologias está se tornando mais fácil.
Neste período em que se discute e se apresenta novas visões sobre a Segunda Guerra Mundial,(como estas, apresentadas pelo NatGeo Brasil), o trabalho da artista ucraniana Kseniya Simonova, apresentado em um programa de televisão, usando uma caixa de luz, areia para pintura e reproduzindo a invasão alemã na Ucrânia, é um ótimo recurso para demonstrar aos alunos como a arte se relaciona com a História.Claro que é preciso fazer um trabalho interdisciplinar.Clique para assistir ao vídeo e se emocionar.



Ainda relacionando os acontecimentos da guerra e a ideologia dominante no período, é recomendável assistir ao filme A Onda (cujo livro fez muito sucesso nos anos 80), que mostra o trabalho desenvolvido por um professor a fim de demonstrar como o nazismo pode convencer tanta gente.
Leia sobre o filme, neste site.Conheça o professor neste link e assista ao trailer do filme no You Tube. Se tiver oportunidade não deixe de assistir ao filme. Você descobrirá o poder e as ideologias embutidos nas ações dos educadores.

OBSERVAÇÃO: O CONTEÚDO INTEGRAL DESTA POSTAGEM FOI COPIADO DO BLOG LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA.

OLHARES DA REDE

OLHARES DA REDE apresenta-nos um debate sobre as idéias de cinco autores que pensam o universo das redes digitais. Está disponível em http://www.culturaderede.com.br/

sábado, 14 de novembro de 2009

CRIATIVIDADE


Você está precisando de sugestões criativas? Vá correndo consultar o blog Aprender e Cia. Ele é de arrasar!!!!!!!!!!!!!!

SELINHO


Quem me ofereceu este selo foi a Pri, do blog Educação Infantil: espaço para ser feliz.
Adorei! Obrigada!

domingo, 8 de novembro de 2009

SELINHO

Oh, selinho lindo!!! É uma graça da Gracinha. Obrigada, querida amiga. Amei!!!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

UM TRAVA-LÍNGUA PARA CADA LETRA

ABC DO TRAVA-LÍNGUA
(Elias José)

A ANA BANANA
TÃO BACANA
NAMORA E GAMA
TODA SEMANA.
A SEMANA QUE A ANA
NÃO GAMA
VIRA UM DRAMA.

UM BODE BRAVO
É UMA BARRA!
E O BODE BERRA
E O BODE BABA
NA BARBA

A CARA DA CORA
QUANDO CORA
DEIXA CLARO
QUE MAIS CLARA
DO QUE A CARA
DA CORA
SÓ A CARA
DA CLARA CLARA.

AOS DOMINGOS
SEU DOMINGOS
DEIXA AS DÍVIDAS,
DEIXA AS DÚVIDAS
E SE DIVERTE
COM DADOS
E DOMINÓS.

ENTRAR COM UM ELEFANTE
— MESMO ELEGANTE —
NUM EDIFÍCIO,
É FÁCIL OU DIFÍCIL?
MAS EM ESBOÇO
UM ELEFANTE
— MESMO ELEGANTE —
CABE ATÉ NO BOLSO.

A FLORA DO SEU FLORIPES
FABRICA FLORES FABULOSAS
E FAZ FORTUNA
VENDENDO FLORES,
VENDENDO ROSAS,
NA FEIRA
DAS SEXTAS-FEIRAS.

O GAITEIRO GARIBALDI
GUARDA A GAITA
E GARGALHA COM GRAÇA.
SE VÊ A GRAÇA
ENGRAÇANDO
TODA A PRAÇA.

O QUE HÁ,
O QUE HÁ,
COM O AGÁ
QUE A GENTE SABE
E VÊ QUE HÁ,
MAS NA HORA DE FALAR
NEM PARECE QUE HÁ?

NO INÍCIO
DO ITINERÁRIO
UM ÍNDIO VIU
O RIO
E VIU A IARA
E RIU QUE RIU,
OLHANDO A IARA
OLHANDO O RIO.

A JANDAIA
DO SEU JANJÃO
JUNTOU COM O JURITI
DO SEU JURANDIR
E COMERAM TODO JACÁ
DE JACA
QUE IA
PRA JUNDIAÍ.

LILI E LALÁ
LAVAM LOUÇA
LEVAM LIXO
E LEVAM LENHA,
SEMPRE LADO A LADO.
E NESSE LAVA-QUE-LAVA,
E NESSE LAVA-QUE-LEVA,
LEVAM A VIDA
E LEVAM VIDA PRA VILA.

MENINO QUE MUDA MUITO
MUDA MUITO DE REPENTE,
POIS SEMPRE QUE A GENTE MUDA
O MUNDO MUDA COM A GENTE.

QUANTA GENTE GRANDE
COM ONDA DE IMPORTANTE
E É SÓ VERNIZ,
POIS NÃO SABE NADA
DO QUE DE REPENTE
ANDA RENTE
DO SEU NARIZ.

O PREFEITO MOÇO
PROMETEU OVO
MUITO OVO
PRO POVO.
E QUANDO GANHOU
O PREFEITO NOVO
DEU BANANA PRO POVO.

O PADRE PEDRO
PEGA O PRATO
E PAPA QUE PAPA.
E QUANDO O PADRE PEDRO
PAPA, NÃO PÁRA
NEM PRO PAPA.
E DIZEM QUE PRAGA
DO PADRE PEDRO
PEGA E PREGA.
MAS QUEM PEGA A PRAGA
DO PADRE PEDRO
NO PREGO E PREGA,
A PRAGA NÃO PEGA.

O QUERO-QUERO QUER
PRO QUATI
O QUE O QUATI QUER
PRA TI.

O RATO ROEU
A RAPADURA
E SE ARREPENDEU
E DIZ QUE SÓ RAPA AGORA
SE FOR RAPAMOLE.

O SAPO SABICHÃO
SÓ SAI DO BREJO
E SOBE EM SAPATO
SE A SUCURI SAI DE SI
E SONHA COM SOPA
DE SAPO.

AO TOPAR COM
TRÊS TIGRES TAGARELAS
TRÊS TATUS
FICARAM TÃO ATARANTADOS
QUE TOCARAM TERRA
NA PRÓPRIA TOCA.

O URUBU OLHOU FUNDO
PRO LADO DO TATU
E O TATU NÃO ATUROU
E QUEBROU O PAU:
— ATÉ TU, SEU URUBU,
QUER A PELE DO TATU?

VOVÔ, DE TANTO VAI E VEM
DE TANTO VEM E VAI,
VAI CASAR COM UMA VIÚVA,
UMA UVA,
NO INVERNO QUE VAI
OU NO VERÃO QUE VEM.

O X DO PROBLEMA
PRO BANDIDO
É FAZER XIXI
NA XÍCARA
DO XERIFE.

A ZAZÁ SE ZANGA
COM ZEZÉ
E FICA ZONZA
E FAZ ZORRA
E ZARAZANGA
E VIRA ZOMBARIA

domingo, 25 de outubro de 2009

SAUDADE


Hoje acordei com uma saudade dolorosa do Manoel, amigo querido com quem tive o privilégio de conviver nos últimos 28 anos. Leal, fiel, generoso, atencioso, esteve comigo até o dia 1º de abril, ocasião em que expirou, mansamente.
Tenho evitado, desde então, falar sobre o assunto e esta é a primeira vez que escrevo sobre o fato: escrita necessária, inadiável, catástase.
Meu amigo se foi e me sinto tão só...Idéias mirabolantes, pensamentos fúteis, acontecimentos trágicos ou cômicos, com ele tudo eu podia compartilhar. Amigos próximos-distantes éramos, já que o nosso acelerado estilo de vida não nos permitia encontros frequentes.
De vez em quando era meio chato, pedante e malvado o meu amigo, mas este era o jeito dele de dizer que não estava lá muito de bem com a vida, e de qualquer forma, esta postura se desvanecia nas brumas do meu amor, porque eu o amava, e como o amava!
Era franzino como a Olívia Palito, tinha os dentes dianteiros separados e uma calvície pronunciada. Preocupava-se com a mãe, lamentava a indiferança de alguns parentes e adorava os sobrinhos, dos quais não se cansava de falar e de elogiar (teria gostado de ser o pai deles). Comprava CDs e livros compulsivamente. Adorava música, e era fã incondicional de cinema, assuntos que dominava e que preenchiam as suas conversas.
À dor da perda do Manoel fui obrigada a acrescentar um outro sentimento: a tristeza incomparável de saber que ele não pode/não teve coragem/não teve oportunidade de revelar abertamente a sua alma delicada de mulher, desde sempre encerrada num invólucro que ele repudiava.
Jamais se esqueceu de me enviar cartões natalícios, de me parabenizar nos aniversários e de outras tantas sutis gentilezas que dão suavidade ao viver.
Gostava de satisfazer minhas predileções e me presenteava com livros. Tenho um deles nas mãos: Escolha o seu sonho, de Cecília Meireles. Também quero mimá-los com um dos textos nele contidos:


O ESTRANHO ENCONTRO

Efetivamente a rua era aquela; e o velho palácio estava na minha frente. Era um palácio de trezentos anos, cor de barro, que me parecia muito familiar quanto ao desenho de sua alta porta, aos ornatos das colunas e ao lançamento da escada do vestíbulo. Apenas o seu abandono me assombrava: as portas internas tinham vidraças quebradas, de onde pendiam velhas teias de aranha. E num dos aposentos laterias eu podia mesmo ver cordéis estendidos de parede a parede, com roupas desbotadas e irreconhecíveis, que ali tinham sido postas a secar.
Não podia acreditar nos meus olhos, e avancei, pelo vestíbulo sombrio. Mas uma voz me advertiu que eu devia subir a escada. O lavor do corrimão enternecia-me. (Em que infância desceria e subiria estes degraus que, apesar de não estarem limpos, me causavam tanta emoção?)
E pouco a pouco descobri a natureza sonora do palácio. Os barulhos da rua detinham-se à porta. Por dentro, ele era musical, sensível, como as caixas de ressonância dos instrumentos de corda. O meu passo adquiria uma vibração como a do vento nas árvores; no ar havia o zumbido que existe no interior dos caramujos.
Em cima, era bem diferente. Criados de libré pareciam apenas pintados; tapetes imensos estendiam oceanos de flores sobre um pavimento que, no entanto, sentia crepitar sob os meus pés; grandes espelhos oxidados ostentavam suas molduras suntuosas em redor dos vidros baços; os móveis eram escassos, com sedas antigas, de cores esmaecidas.
Pensei que havia muita gente, mas achei-me sozinho. Os donos da casa vireram ao meu encontro, delicadamente, devagar e em silêncio. Procurei recordar em que retrato os tinha visto; seus trajes não se usavam mais, nem seus penteados. Nem mesmo as suas feições. Havia lacaios em todas as paredes e eram todos iguais. E fui sendo levada pra longe, para um salão imenso, com bustos esculpidos em nichos altos.
Aparadores vastos, com anjos e colunas, sustentavam porcelanas e pratas. A mesa, coberta de aparato, era extremamente longa, e deram-me um lugar no meio. Parecia-me impossível conversar, tão longe ficavam os donos da casa, de um lado e de outro.
Mas veio um copeiro servir-me; e nos pratos não havia nada; e os copos estavam vazios e na molheira que me ofereciam achava-se apenas a colher. Os donos da casa olhavam-me com grande atenção e eu fazia o possível por não manifestar nenhuma surpresa e esperava que começassem a comer a refeição inexistente, para ver o que eu mesma devia fazer. Eles, porém, não se moveram. A senhora tinha nas orelhas brincos de uma das minhas avós. Contemplavam-me com atenção, como quem procura inutilmente reconhecer alguém.
Os pratos foram recolhidos, vieram outros; novas bandejas vazias apareceram muito bem apresentadas - porque os copeiros faziam primorosamente o seu serviço.
Depois, o casal desapareceu, fundiu-se no ar da sala; os móveis evaporaram-se, as paredes sumiram. E fiquei só, à sombra de uma árvore, vendo, muito longe, aos meus pés, um vale profundo, coberto de névoa azul.
Ao meu lado, uma velha estátua de Ceres contemplava comigo a solidão. E chegou um pastorzinho, que me entregou uns ramos de violetas, dizendo-me: "Senhora, não fique triste, mas os velhos deuses morreram!"
E senti as mãos molhadas: não sei se dos meus olhos, se das violetas.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

RECURSOS TECNOLÓGICOS APLICADOS NA EDUCAÇÃO


No endereço Rede Escola Kids há uma infinidade de jogos infantis on-line sobre os mais variados assuntos:
animais
ecologia
contos
softwares educacionais e outros.
Eis aí um bom recurso para os professores que pretendem introduzir os benefícios da tecnologia comunicacional em sua sala de aula.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

EMOÇÕES



Compartilhando a alegria!

Desde ontem à tarde estou em estado de graça: apresentei meu trabalho de conclusão de curso. Apesar do extremo nervosismo, tudo correu bem. Meu alívio e alegria são semelhantes aos do dono do cão (v. vídeo).

CAMPANHA CONTRA A GAGUEIRA NO CESUMAR - MARINGÁ-PARANÁ



O Dia 22 de outubro é o Dia Internacional de Atenção à Gagueira. Com o objetivo de esclarecer a população acerca dessa desordem de fala e linguagem e dar orientações sobre as condutas adequadas para esta patologia, o curso de Fonoaudiologia do Cesumar irá prestar neste dia atendimento gratuito às pessoas que se interessam pelo assunto.

Com o slogan "Gagueira não tem graça, tem tratamento", a campanha deste ano é voltada para as escolas e visa atingir professores, gestores, pais e alunos de forma que o assunto se torne mais claro e o problema possa ser tratado adequadamente quando percebido em uma pessoa.

A gagueira é considerada como distúrbio ou transtorno de fluência da fala. O cérebro da pessoa acometida pelo problema tem dificuldade para sinalizar o término de um som ou uma sílaba e passar para o próximo. Desta forma, a pessoa consegue iniciar a palavra, mas fica "presa" em algum som ou sílaba (geralmente o rimeiro) até que o cérebro consiga gerar o comando necessário para dar prosseguimento com o restante da palavra.

De acordo com Instituto Brasileiro de Fluência (IBF), 1% da população brasileira sofre de gagueira crônica, aquela que é constante, e 5% passam por gagueira periódica, mas em ambos os casos a patologia pode ser tratada.

A gagueira é involuntária, ou seja, a pessoa que gagueja não tem controle sobre a sua fala e não consegue evitar a ocorrência da gagueira, por mais que se esforce. "Além dos sinais externos, a gagueira também está associada com um grande sofrimento interno, porque a pessoa tem o que falar, sabe o que falar, mas não consegue. Desta forma, geralmente ocorre uma forte reação à gagueira, porque ela interfere na comunicação e nos desempenhos escolar e profissional", relata o IBF.

As pessoas interessadas em entender melhor o problema ou buscar tratamento podem se dirigir no dia 22 de outubro à Clínica de Fonoaudiologia do Cesumar, que fica no térreo do bloco 5 do campus universitário. O atendimento será prestado por professores e alunos das 8h às 12h e das 13h às 17h. Clique aqui para conferir.

OBS.: O TRATAMENTO OFERECIDO É GRATUITO.

VEJA AQUI COMO CHEGAR NO CESUMAR.