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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Desenhos para colorir

Pensa num lugar gostoso, no qual a sua criança e você - ou a criança que mora em você - nem se darão conta do tempo passando. Achou aqui!!!

Onde a brincadeira começa pelo nome.

Colloring4all é uma página pra todos: crianças e adultos. Lá encontramos desenhos para colorir on line e imprimir, desenhos para imprimir e pintar em sua casa quando lhe der na na veneta*, quebra-cabeças, liga-pontos, desenhos a partir de imagens de referência e aplicativos para diversão em família.
É não se trata de diversão apenas. As atividades oferecidas propiciam um aprendizado lúdico de habilidades desejáveis para as crianças em idade escolar: motricidade fina, reconhecimento de cores, identificação de numerais, de formas, atenção e concentração. Colloring4all representa o casamento perfeito da aprendizagem com a alegria de aprender.

*Veneta: Meus avós, que eram descendentes de italianos, utilizavam muito essa expressão querendo significar "quando der vontade", "quando lhe vier à cabeça".

domingo, 1 de setembro de 2013

ENSINO LÚDICO

Você vai precisar de:
  • Uma garrafa pet;
  • picotes de papel ou EVA;
  • fichas de papel grosso ou EVA com letras, palavras e números.
Como jogar:

As crianças agitam as garrafas até o momento em que o  educador faz o pedido, selecionando uma das três opções: “letra, número ou palavra”.Emitida a ordem, as crianças param de balançar as garrafas para verificar o que apareceu. Quem conseguir identificar e responder mais rápido, ganha.


domingo, 16 de junho de 2013

ALFABETO DENTRO DA CAIXA

As crianças vão ficar empolgadas! Professores, preparem-se para ver as caixinhas repletas de objetos.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

ESTIMULANDO O DESEJO DE ESCREVER


Atividades adequadas para cada nível de escrita



HIPÓTESE PRÉ-SILÁBICA:

Avanços:
· Diferenciar o desenho da escrita;
· Perceber letras e sons;
· Identificar e escrever o próprio nome completo;
· Perceber que usamos letras diferentes em diferentes posições.
Atividades favoráveis
· Desenhar e escrever o que desenhou;
· Usar o nome em situações significativas: marcar atividades. Objetos, utilizá-los em jogos, bilhetes, etc.
· Ouvir leitura diariamente pela professora e poder recontá-la;
· Ter contato com diferentes portadores de texto;
· Reconhecer e ler o nome próprio em situações significativas: chamadas, jogos, etc.
· Conversar sobre a função da escrita;
· Utilizar letras móveis para pesquisar nomes, reproduzir o próprio nome ou dos amigos; bingo de letras;
· Produção oral de histórias;
· Escrita espontânea;
· Textos coletivos tendo o professor como escriba;
· Aumentar o repertório de letras;
· Ler nomes das crianças da turma, quando isto for significativo;
· Comparar e relacionar palavras;
· Produzir textos de forma não convencional;
· Identificar personagens conhecidos a partir de seus nomes, ou escrever seus nomes de acordo com sua possibilidade;
· Recitar textos memorizados: parlendas, quadrinhas, poemas, músicas;
· Atividades que seja preciso reconhecer a letra inicial e final;
· Atividades que apontem para a variação da quantidade de letras;
· Completar palavras usando a letra inicial e final;
· Escrever listas em que isto tenha significado: listar o que usamos na hora do lanche, o que tem na festa de aniversário, etc.


HIPÓTESE SILÁBICA:

Avanços:
· Atribuir valor sonoro às letras;
· Aceitar que não é preciso muitas letras para se escrever apenas o necessário para representar a fala.
· Perceber que palavras diferentes são escritas com letras em ordens diferentes.
Atividades favoráveis 
· Todas as atividades do nível anterior,
· Comparar e relacionar escritas de palavras diversas;
· Escrever pequenos textos memorizados ( parlendas, quadrinhas, músicas, trava-língua...)
· Completar palavras com letras para evidenciar seu som:
CAMELO = C____M____L____ ou ____A____E____O
· Relacionar personagens a partir do nome escrito;
· Forca;
· Relacionar figura às palavras, através do reconhecimento da letra inicial.
· Ter contato com a escrita convencional em atividades significativas;
· Reconhecer letras em um pequeno texto conhecido;
· Leitura de textos conhecidos e já trabalhados;
· Cruzadinhas;
· Caça-palavras;
· Completar lacunas em texto e palavra;
· Construir um dicionário ilustrado, desde que o tema seja significativo
· Evidenciar rimas entre as palavras;
· Usar o alfabeto móvel para escritas significativas;
· Jogos variados para associar o desenho e seu nome;
· Contar a quantidade de palavras de uma frase.


HIPÓTESE SILÁBICO-ALFABÉTICA

Avanços:
· Usar mais de uma letra para representar o fonema quando necessário.
· Atribuir o valor sonoro das letras;
Atividades favoráveis
· As mesmas do nível anterior;
· Separar as palavras de um texto;
· Generalizar os conhecimentos para escrever palavras que não conhece: Associar o “GA” do nome da “GABRIELA” para escrever “GAROTA”, “GAVETA”...;
· Ditado de palavras conhecidas;
· Ditado de grade;
· Forca;
· Produzir pequenos textos;
· Reescrever histórias;
· Pesquisar os usos da ordem alfabética em nossa sociedade;
· Discutir em atividades coletivas a importância do uso da ordem alfabética como recurso organizador em vários instrumentos sociais, como catálogo telefônico, lista de alunos; fichário; arquivo, dicionário, etc;
· Procurar desenvolver o próprio pensamento das crianças para que percebam o que é provável e o que é impossível encontrar na linguagem escrita;
· Pesquisar palavras que têm ou não acento, dentro de um pequeno texto. É fundamental que o professor trabalhe por investigação. Toda descoberta vai sendo discutida e registrada. Não se deve dar a “receitas” prontas ao aluno;
· Pesquisar quais maneiras possíveis de terminar palavras.
· Generalizar os conhecimentos para escrever palavras que não conhece.
· Pesquisar as letras de imprensa minúsculas, apenas e tão somente, para a leitura. As crianças jamais irão utilizá-las para registras seus textos, apenas para serem capazes de ler, sem dificuldade. Pedir aos alunos para recortar de revistas e organizar as letras, fazendo correspondência termo a termo entre os dois tipos de letras: maiúsculas, minúsculas. Pode apresentar listas em imprensa minúscula. Pode proceder da mesma forma, pedindo para transcrever frases até pequenos textos. É uma apropriação lenta e gradual, que pode transcorrer com calma durante todo o estágio silábico-alfabético.
· Cruzadinhas utilizando fotografias;
· Formação de frases;
· Pesquisa sobre o significado de nome das crianças, seguindo a ordem alfabética;
· Escrever uma lista de nomes e discutir como colocá-los em ordem alfabética.
· Fazer acrósticos, trabalhando coletivamente, tendo o professor como escriba, fazendo o registro no quadro;
· Fazer caça-palavras, imprimindo maior grau de dificuldade a essa atividade, como: na vertical, na diagonal, em ordem inversa, etc.


HIPÓTESE ALFABÉTICO

Avanços:
· Preocupação com as questões ortográficas e textuais (parágrafo e pontuação).
· Usar a letra cursiva.
Atividades favoráveis
· Todas as anteriores;
· Leituras diversas;
· Escrita de listas de palavras que apresentem as mesmas regularidades ortográficas em momentos em que isto seja significativo;
· Atividades a partir de um texto: leitura, localização de palavras ou frases; ordenar o texto;
· Jogos diversos como bingo de letras e palavras; forca...

BIBLIOGRAFIA:
ALFABETIZAÇÃO COM SUCESSO
Luzia Bontempo
ALFABETIZAÇÃO LÚDICA – CAIXA DE FERRAMENTAS
Gláucia Perreira / Tathiana Campos / Vera Lima

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

CANTANDO COM AS CRIANÇAS

Tive um encontro muito agradável hoje. Conheci esse projeto muito bacana: Cantando com as crianças. Clique sobre a imagem para conhecê-lo você também.

sábado, 20 de outubro de 2012

ENSINANDO SUBSTANTIVOS PRÓPRIOS E COMUNS

Ideia muito criativa de como ensinar substantivo para a turminha.
 FONTE: Ideia criativa

Sempre que me preparava pra dar essa aula saía catando tudo que era bugiganga pela casa, desde doces , frutas, tampas  de garrafa até os  brinquedos de meus filhos, que sob protesto, eram logo colocados dentro de uma grande sacola e partiam comigo para a sala de aula, onde me auxiliavam na instrução do dia.
Ao me ver chegar com uma sacola diferente, meus alunos já ficavam entusiasmados, e quando as coisas iam saindo, uma a uma, da sacola, então, era uma agonia só.
Primeiro eu tirava uma boneca e lhes mostrava perguntando:
- O que é isso?
Eles prontamente respondiam:
 -  É uma boneca prô.
 -  E como se escreve boneca? Quem poderia me ajudar escrevendo esse nome?
E sempre alguém vinha, giz em punho,  escrever uma palavra, fosse carro, remédio, boneco, lápis ...
Mas onde entra o tema da aula, afinal? Até o momento só vimos alunos indo ao quadro e escrevendo palavras que iam ou não sendo corrigidas. Calma, caros colegas, já chegaremos lá.
Acabado o festival de escrita de palavras,  bate papo,  alegria, continuávamos a aula.
 -  Gente , essa boneca se chama Dalila.
  Eles me falavam sobre os nomes de suas bonecas e eu pedia para que alguém viesse escrever o nome de Dalila e das outras bonecas que eram citadas,  e quando o aluno escrevia o nome corretamente, com a inicial maiúscula,  eu aproveitava para explicar que Dalila, assim  como eles, era única, e portanto, merecia que seu nome também fosse grafado com a inicial maiúscula.
Então, escrevia o tema da aula e dava a definição, fazendo, depois, com que eles repetissem comigo as frases:
Dalila é uma boneca.
Boneca é um substantivo comum. Por quê?
Toda boneca é uma boneca.
Mas Dalila é um nome próprio. Por quê?
Toda boneca é uma boneca, mas nem toda boneca é Dalila. E seguiamos o festival
Todo carro é um carro, mas nem todo carro é uma B M W
Todo remédio é remédio, mas nem todo remédio é Dipirona
Todo rio é um rio , mas nem todo rio é o Amazonas
Toda cidade é uma cidade, mas nem toda cidade é São Paulo.
A aula corria as mil maravilhas até um espertinho lembrar ...
Toda mulher é mulher, não é, prô?
 -  É sim, mas nem toda mulher é Maria
 -  Mas tem muita Maria por ai.  Como pode ser única e ter nome próprio se tem um monte?
 - Não há sequer um ser humano igual, meu querido, e se o nome for igual, o sobrenome é diferente,  se o sobrenome for igual, o número de identidade é diferente e se não tiver identidade, a impressão digital é diferente, única, portanto, substantivo próprio.
E fazíamos nossas atividades,  jogávamos o jogo da forca e comíamos as frutas que serviram de exemplo de substantivo comum .... Só festa e aprendizado garantido.
OBS.: Transcrevi aqui texto da professora Gi, com pequenas alterações.

TRABALHANDO O MESMO TEMA COM OS ALUNOS MAIORES

 MINHA SUGESTÃO

Para os maiores, sugiro o divertido jogo do STOP, no qual os alunos vão escrevendo o nome de pessoas, cidades, carros, objetos (esses ou outros ítens devem ser escolhidos de acordo com a vontade do grupo). Nomes próprios e comuns vão surgir em quantidade. 
 Proponha o mesmo exercício que a professora Gi desenvolveu, e depois, solicite aos alunos que classifiquem os substantivos em comuns e próprios.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DE TEXTOS - CRIANDO E COPIANDO SEMPRE

Dentre as preciosidades que guardei no meu baú de achados, há esse texto maravilhoso e sugestivo que copiei do blog CRIANDO E COPIANDO SEMPRE, da gloriosa Celia Rodrigues ( note que o nome nos faz lembrar da palavra céu, céu de anjos. Tem um anjinho assim na minha vida, que por coincidência, atende pelo mesmo nome). Eis o texto:


Nos primeiros passos em direção à alfabetização, o aluno vai abordar o texto não para dominar o mecanismo da leitura, mas para aprender alguns fatos sobre o sistema da escrita e, possivelmente, descobrir algumas relações entre a escrita e a fala. Continuando a lidar com textos, seus conhecimentos se ampliarão. Aprenderá sobre os usos sociais da escrita e os diferentes tipos de organização textual. Pouco a pouco, será capaz de reconhecer, num relance, certas palavras que se repetem muito. Em algum momento, descobrirá que as letras se relacionam com sons: estará fechado o círculo que vai do texto à letra. A aprendizagem por meio do texto é altamente motivadora porque dá ao aluno impressão de que ele caminha rápido para chegar ao que interessa: a compreensão de uma mensagem.
O texto é o ponto central de uma proposta pedagógica, pois é ele que tem o significado e permite a inferência, dedução e compreensão na leitura e na escrita. O registro e a leitura de tudo o que for possível em atividades desenvolvidas pelas crianças, como listagem de nomes e palavras, letras do alfabeto frases, textos coletivos etc , passam a ser elementos de investigação cotidiana.
O mais importante é que o texto tenha sentido e interesse para a turma. Palavras “fáceis”e “difíceis” aparecem juntas e serão assimiladas pelos alunos.
Um tipo adequado de texto é aquele escrito pelo professor, que registra, em poucas linhas, um fato interessante, uma observação ou comentário feito por um aluno, um caso acontecido na sala de aula, e assim por diante. Outras opções são histórias infantis, anúncios, poesias, letras de música, um repertório inesgotável.
O primeiro passo é escolher um texto adequado aos interesses da turma e escrevê-lo numa folha grande de papel. Letras bastão, ou ainda maiúsculas, de imprensa, são mais fáceis para o leitor iniciante do que a letra cursiva.
A exploração de textos diversificados é uma prática pedagógica que proporciona o desenvolvimento da expressividade, do uso funcional da linguagem, da leitura e da reflexão do mundo.
Uma pequena história ou notícia de jornal são exemplos de textos curtos, adequados para essa atividade. É importante que haja um título, a partir do qual já se podem criar expectativas sobre o que está escrito.
Começando pela leitura do título, o professor pode conversar informalmente com os alunos: qual será o assunto que vamos encontrar ou que podemos esperar de um texto com esse título? Se for uma história conhecida, quem serão provavelmente os personagens?
Se for uma notícia de jornal, o que terá acontecido?
Em seguida, ler o texto completo em voz alta, fazendo comparações entre o que se esperava encontrar com o que realmente apareceu. À medida que se repete esta atividade, vale a pena comparar o texto novo com outros já conhecidos. Por exemplo, comparando duas histórias, observam-se semelhanças no modo de escrever. O mesmo tipo de análise comparativa pode ser feita com diferentes tipos de texto, como notícias de jornal e outros.
Em resumo, trata-se de mostrar aos alunos que textos do mesmo gênero têm características comuns. Se este trabalho for realizado freqüentemente, desde o início da alfabetização, os alunos ficarão preparados para saber o que podem esperar de determinada leitura: É o primeiro passo para a formação de leitores críticos. Outra vantagem é que quando souberem escrever, escreverão melhor.


SUGESTÕES DE ATIVIDADES
- Escrever uma poesia curta e ler várias vezes, até que os alunos a aprendam de cor. Pedir para localizarem esta ou aquela palavra no texto.
- Fazer o mesmo com letras de música conhecidas, com provérbios, frases de pára-choques de caminhão etc.
- Depois de ler um texto em voz alta, apreciando seu significado, pedir aos alunos para descobrirem qual é a palavra, ou palavras, que nele se repetem.
- Pedir aos alunos que guardem na memória, para repetir na classe, uma frase que ouviram antes de chegar à escola. As frases serão escritas na lousa e comentadas por todos: quem disse, onde disse, por que disse. Em seguida, serão analisados: número de palavras, número de espaços entre as palavras, pontuação, existência de palavras iguais.
- Exploração do título e formulação de hipóteses sobre o tema geral e os significados prováveis do texto.
- Troca de idéias com a turma sobre o que compreenderam da leitura.Busca de relações entre o texto e os conhecimentos e experiências dos alunos.
- Identificação do gênero do texto.
- Leitura didática feita pelo professor que aponta as palavras uma a uma. A turma acompanha e repete.
- Observação de aspectos formais da escrita como sistema de representação: direção ( da esquerda para a direita), limites gráficos das frases ( onde começam e onde terminam), número de frases, uso de maiúsculas e minúsculas, pontuação, espaços entre as palavras.
- Repetição da leitura do texto, ora pela turma toda, ora por um único aluno.
Do ponto de vista da compreensão do mecanismo da leitura, o ideal é que o aluno, praticando essas atividades, seja capaz de relacionar as unidades sonoras com as unidades gráficas, ou seja, saber que a cada palavra dita por ele corresponde uma palavra no papel.


DECOMPONDO O TEXTO:
O objetivo desta etapa é o reconhecimento de cada uma das frases que compõem o texto. Trata-se ainda de uma leitura global. As frases serão inicialmente reconhecidas por um ou mais detalhes que atraiam a atenção dos alunos, como o número de palavras, a forma de determinada letra, a presença de uma palavra conhecida, e assim por diante.
Sugestão de atividades:
- Escrever as frases em tiras de papel ou cartolina. Pedir ao aluno que as arrume na ordem em que aparecem no texto.
- Alterar a ordem das frases e levar a turma a verificar o que acontece.
- Dizer uma frase em voz alta e pedir ao aluno que encontre a tira correspondente.
- Esconder uma das tiras e pedir ao aluno que descubra a frase que está faltando.
- Deixar os alunos trabalharem em grupo com as tiras, criando suas próprias atividades.


ANÁLISE DAS PALAVRAS:
O professor escolhe no texto três ou quatro palavras ( palavras-chave) que serão primeiro memorizadas, globalmente, depois analisadas e comparadas com outras, de maneira que a atenção do aluno seja dirigida para as relações entre sons e letras.
Sugestão de atividades:
- Escrever as palavras em cartões (conhecidos como cartões-relâmpago) do mesmo tamanho e mostrá-los à turma para leitura oral . O objetivo é que o reconhecimento das palavras seja imediato, o mais rápido possível.
- Chamar os alunos na lousa para apontar no texto a palavra pedida pelo professor ou por um colega que faz o papel do professor.
- Fazer o mesmo exercício (assinalar determinada palavra) em cópias feitas para o aluno.
- Mímica ou é proibido falar: Um aluno representa por mímica o sentido da palavra e outro deve escrevê-la na lousa.
- Concurso de frases:Os alunos formam frases oralmente e o professor as escreve na lousa, destacando a palavra-chave. A turma escolhe a frase mais bonita , que será escrita num cartaz e colocada num mural.
- Detetive: Procurar as palavras-chave em jornais velhos, revistas etc. Recortá-las e colá-las num cartaz intitulado “ Procura-se a palavra ...”
- Coleção de caixinhas: Cortar pedaços de papel do tamanho de uma caixa de fósforos, nos quais os alunos escrevem as palavras-chave e colam sobre caixinhas de fósforos vazias. À medida que aumentam suas coleções, as próprias crianças criam brincadeiras com as caixinhas ( trenzinho de palavras, dominós, torres de palavras etc.
- Palavras cruzadas ( adaptação): O professor lê as definições.
1. Nome de mulher ( MARIA )
2. Lugar onde se estuda ( ESCOLA)
3. Uma fruta ( MAÇÃ)
- Nosso primeiro dicionário:
Um aluno escreve a palavra-chave em letras grandes, no alto da página ( papel ofício). A seguir, copia uma frase em que aparece a palavra e ilustra o trabalho. Reunindo estas folhas por ordem alfabética, o professor formará o primeiro dicionário da turma.
- Passa palavra ( adaptação da brincadeira de passar o anel):
A palavra é escrita num pedacinho de papel que é dobrado e servirá para substituir o anel.
A criança que recebe o papelzinho deve ler em voz alta a palavra recebida. Se acertar, tem o direito de escolher outra palavra, escrevê-la num papelzinho e prosseguir a brincadeira.
- Segredinho:
Na hora da saída, o professor coloca no bolso de três ou quatro crianças um papel dobrado com uma palavra-chave, pedindo-lhes que leiam em casa várias vezes. No dia seguinte, os escolhidos vão à frente da turma ler as palavras que levaram.
- Histórias malucas:
É uma brincadeira divertida, a criação coletiva de histórias.O professor escreve a palavra-chave num papel e a esconde da turma. Pede a um aluno que sugira outra palavra qualquer.
Em seguida, o professor revela a palavra-chave. Tem-se uma dupla de palavras, com as quais o professor começa a brincar, fazendo associações entre elas. Usar diferentes preposições para ligar as palavras pode trazer resultados interessantes. Os alunos dão prosseguimento à história. Exemplo:
Palavra-chave: escola
Palavra sugerida pelo aluno: avião
Algumas ligações possíveis: escola e avião
avião com escola
avião na escola
avião sobre a escola
escola no avião etc.
Cria-se a história com as associações.


EXERCÍCIOS PARA ANÁLISE DAS PALAVRAS:
- Contar as sílabas oralmente. Batucar o número de sílabas ( uma batida para cada sílaba)
- Procurar palavras que rimem com a palavra-chave: escola/mola/sola/bola/cola.
- Organizar listas de palavras que contêm sílabas iguais. Dar e pedir exemplos e organizar as listas no quadro. A disposição das palavras e o uso do giz de cor ajudam a destacar as sílabas.
Es cola
Es tudante
Es cravo


FORMAÇÃO DE NOVAS PALAVRAS E FRASES:
Se o aluno realizar as atividades sugeridas até aqui, provavelmente perceberá que as sílabas são unidades menores da língua falada, que se unem para formar palavras.
Possivelmente terá compreendido que as letras têm a função de representar sons, embora não conheça o valor sonoro de cada uma. Novas palavras serão formadas gradativamente, dependendo do repertório formado de palavras-chave e de outras, descobertas pelos alunos.
À medida que os textos trazem novas palavras-chave e , consequentemente, o conhecimento de novas sílabas, fica fácil criar atividades para formação de novas palavras e frases.
Sugestões:
- Fazer cartõezinhos com as sílabas das palavras-chave e pedir aos alunos que formem novas palavras (atividade individual ou em grupo).
- Recortar as letras de jornais velhos e compor palavras.
- Com o mesmo propósito da atividade anterior, usar letras móveis de plástico, madeira ou papelão.
- Formar frases (oralmente) com as novas palavras e registrá-las no quadro. Selecionar algumas delas para o mural .


CRIAÇÃO COLETIVA DE NOVOS TEXTOS:
À medida que forem aprendendo palavras novas, os alunos podem partir para a criação coletiva ou individual de novos textos. Os textos que mais agradarem à turma devem ser xerocados ou copiados pelos alunos, para formarem uma coletânea de textos.
Criar um sistema de correspondência escolar ( entre escolas distantes ou turmas da mesma escola) é ótimo incentivo para a criação de textos.
Propostas para criação coletiva de textos:
- Criar um anúncio.
- Inventar uma pequena história com duas ou mais palavras dadas.
- Dar um título a uma história iniciada pelo professor.
- Modificar o final de uma história dada.
- Criar um acróstico para homenagear um colega.
- Fazer uma lista de compras.
- Escrever um bilhete, uma carta.
- Escrever uma quadrinha, uma poesia.
Visto que a criação é feita oralmente, os alunos não precisam estar completamente alfabetizados para realizar as atividades acima. Palavras já conhecidas não apresentam problema, as demais são escritas pelo professor. Se esperarmos que as crianças dominem a gramática e a ortografia, para só então começarem a escrever, o mais provável é que quando chegar a hora (se chegar), eles tenham perdido o interesse. É justamente por causa do ensino tradicional, que adia ao máximo a produção de textos, que tantas pessoas alfabetizadas , e mesmo com muitos anos de escolaridade, consideram-se incapazes de escrever.

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
Não é recente a idéia de alfabetizar a partir de textos. Por volta do final do século XIX, educadores norte-americanos, conhecedores do interesse das crianças pelas narrativas e de sua capacidade para memorizar rapidamente as histórias ouvidas, criaram o método da historieta ou do conto. Com a ajuda do professor, os alunos criavam um texto para relatar um fato interessante ou para contar uma história. Geralmente, o professor lançava mão de desenhos para ilustrar as sucessivas frases e assim facilitar a memorização dos respectivos significados. A partir desse texto, chegava-se à análise das frases, das palavras, das sílabas e, finalmente, às letras.
Nas primeiras décadas do século XX, o educador francês Celestin Freinet criou e divulgou seu método de alfabetização a partir do texto, conhecido como método natural Freinet.
Freinet estimulava os alunos a produzirem seus próprios textos, primeiro oralmente, depois por escrito. A alfabetização se fazia de forma assistemática, pelo processo de descoberta de regularidades na escrita.
Freinet percebia a importância de aprender a leitura e a escrita em situações funcionais e para isso criou as técnicas do jornal escolar e da correspondência interescolar.
Seus livros permanecem muito atuais e constituem uma fonte de consulta importante para o professor que deseja alfabetizar a partir dos textos.


Pré -Silábico: Trabalhar com nomes próprios; alfabeto móvel (montar palavras de alguma poesia já conhecida pelos alunos); escrita espontânea '' listas'' (frutas, animais, objetos...); seqüência alfabética; quebra-cabeça de palavras (nomes, frutas, animais...); recorte e colagem de palavras; rótulos; parlendas e quadrinhas; observação de quantidade de letras entre palavras grandes e pequenas.
Silábico: Quebra-cabeça com palavras (poesias, parlendas. ..); jogo da memória; trabalhar palavras chaves, contar letras e sílabas; jogo da forca; bingo de palavras; alfabeto móvel; receitas; escrita espontânea; músicas, poesias, adivinhas; dicionário ilustrado.
Silábico-Alfabético: Textos coletivos; acrósticos; cruzadinhas; caça-palavras; textos, músicas, parlendas, quadrinhas fatiados.
Alfabéticos: Textos coletivos; escrita e leitura de textos diversos; cruzadinha com desafios, bilhetes, montar livro com estrofes de poesias; notícias; criar histórias a partir de outras.Uma atividade legal também é o ditado (de criança para criança), onde podemos trabalhar as duplas produtivas.

domingo, 29 de janeiro de 2012

JOGO DO ÔNIBUS

        Para ver melhor, clique sobre a imagem.

sábado, 28 de janeiro de 2012

PEQUENOS TEXTOS PARA ALFABETIZAÇÃO

VALSA DAS PULGAS
RUTH ROCHA

AS PULGAS DANÇANDO
NO MEIO DA RUA
DÃO PULOS E PULOS
SOB A LUZ DA LUA.

NO BAILE DAS PULGAS
O PASSO É ASSIM:
TRÊS PASSOS PRA UM LADO
E ENTRA O CUPIM.

CUPIM DÁ TRÊS PASSOS
PRA LÁ E PRA CÁ
E A PULGA CONTENTE
TOMA GUARANÁ.

QUEM TOCA A VALSINHA
É O SABIÁ
E AS PULGAS PULANDO
PRA LÁ E PRA CÁ.



O GATO
MARINA COLASANTI

NO ALTO DO MURO
PULANDO NO ESCURO
MIANDO NO MATO
ENTRANDO EM APURO
É O GATO, SEGURO.

DE ANTIGO PASSADO
E JEITO FUTURO
MOVIMENTO PURO
AR SOFISTICADO
É O GATO, DE FATO.

SÓ PODE SER GATO
ESSE BICHO EXATO
ACROBATA NATO
QUE SÓ CAI DE QUATRO.


TOLAS PERGUNTAS
ELIAS JOSÉ

ONDE ESTARÁ O RATO
QUE SE ESCONDEU NO MEU SAPATO?

ONDE ESTARÁ O MEU SAPATO
QUE ESCONDI PERTO DO GATO?

ONDE ESTARÁ O GATO
QUE MIAVA CHAMANDO O PATO?

ONDE ESTARÁ O PATO
QUE NADAVA FEITO UM PEIXE?

ONDE ESTARÁ O PEIXE
QUE NADOU NO FUNDO DO RIO?

ONDE ESTARÁ O RIO
QUE CAMINHAVA PARA O MAR?

O RIO VIROU MAR
QUE DEIXOU ENCANTADOS
O RATO, O GATO, O PATO E O PEIXE.




A MINHOCA
ELIAS JOSÉ


A MINHOCA SAI DA TOCA
E SE ESTICA E SE ENROSCA.

O PESCADOR QUER PEGAR
A POBRE DA MINHOCA.

A GALINHA QUER COMER
A SABOROSA MINHOCA.

O MOLEQUE QUER ESPREMER
PRA SEPARAR TERRA E MINHOCA.

A MINHOCA, QUE NÃO É TONTA,
LOGO SE ESTICA E SE ENROSCA.

A TERRA ENTERRA A MINHOCA
E NINGUÉM VIU A SUA TOCA.


TRAVA-LÍNGUAS

UM TIGRE,                                         
DOIS TIGRES,
TRÊS TIGRES.

QUEM A PACA CARA COMPRA,
CARA A PACA PAGARÁ.

LÁ VEM O VELHO FÉLIX
COM UM FOLE VELHO NAS COSTAS
TANTO FALA O VELHO FÉLIX
COMO O FOLE DO VELHO FÉLIX FALA.

O CAJU DO JUCA
E A JACA DO CAJU
O JACÁ DA JUJU
E O CAJU DO CACÁ.

DEBAIXO DA PIA
TEM UM PINTO
QUANTO MAIS A PIA PINGA
O PINTO PIA.

O RATO ROEU
A ROUPA DO REI DE ROMA.

BAGRE BRANCO,
BRANCO BAGRE.

JARARACA
É CARAJÁ.
JACA CARA
É JACARÉ.

VÉIA GUDÉIA DE GURRUNFÉIA
DE MARACUTÉIA XIRINGABUTÉIA.
CADÊ NOSSO GATO
XIRINGABUTATO DE GURRUNFATO
DE MARACUTATO?

VÉIO GUDÉIO DE GURRUNFÉIO
DE MARACUTÉIO XIRINGABUTÉIO.
CADÊ NOSSO COELHO
XIRINGABUTELHO DE GURRUNFELHO
DE MARACUTELHO ? 
CATIRIPAPOU!

SABIAS QUE O SABIÁ         
SABIA ASSOBIAR?

CHUCHU ROXO
EM TACHO SUJO.

A ARARA DE IARA,
IARA AMARRA
A RARA ARARA
DE ARARAQUARA.

TRÊS DRAGÕES GRADUADOS.

O TEMPO PERGUNTOU AO TEMPO
QUANTO TEMPO O TEMPO TEM.
O TEMPO RESPONDEU AO TEMPO
QUE O TEMPO TEM TANTO TEMPO
QUANTO O TEMPO TEM.

O DOCE PERGUNTOU AO DOCE
QUAL É O DOCE MAIS DOCE.
O DOCE RESPONDEU AO DOCE
QUE O DOCE MAIS DOCE
É O DOCE DE BATATA DOCE.

O RATO ROEU A RAPADURA E SE
ARREPENDEU E DIZ QUE SÓ RAPA
AGORA  SE FOR RAPAMOLE.


O QUE É O QUE É?


1.    SEMPRE ANDA NA SUA FRENTE?
2.    CRU NÃO HÁ E COZIDO NÃO SE COME?
3.    UMA CASA BRANCA COM VINTE PESSOAS DENTRO E UMA SÓ PORTA?
4.    NO CAMPO É VERDE, NO CAMINHO É PRETO, NA CASA É VERMELHA?
5.    QUE ENCHE DE NOITE E ESVAZIA DE DIA?
6.    QUE ENXERGA E NÃO TEM OLHOS, FALA E NÃO TEM BOCA, ANDA E NÃO TEM PÉS?
7.    COM A BOCA PRA CIMA ESTÁ VAZIO, COM A BOCA PRABAIXO ESTÁ CHEIO?
8.    QUE QUANTO MAIS SE PUXA, MAIS ENCOLHE?
9.    QUE COME A TRIPA E AINDA CHUPA O SANGUE?
10.     QUE TEM DENTES, PERDE OS DENTES, MAS NUNCA VAI AO    DENTISTA?
11.    VOANDO DE MÃO EM MÃO SOFRE GOLPES BEM BATIDOS: OBRIGA A SALTOS REPETIDOS A QUEM LHES QUER DAR A MÃO?
12.    UM ELEFANTE NEGRO COM OS DENTES BRANCOS?
13.    QUE SÓ ANDA QUANDO A GENTE BATE NA CABEÇA?
14.    QUE TEM QUARTOS E NÃO TEM SALA, TEM MEIAS E NÃO TEM PÉS?
15.    QUE SE TIRA ANTES DE RECEBER?
16.    QUE COM GORDURA NÃO PRESTA E SEM GORDURA NÃO SE FAZ?
17.    CHEIO DE DIA E VAZIO DE NOITE AOS PÉS DA CAMA?
18.    MASTIGA, MASTIGA E PÕE FORA?
19.   QUE ANDAM SEMPRE JUNTOS E NUNCA SE ENCONTRAM?
20.   É VERDE E NÃO É PLANTA, FALA E NÃO É GENTE?
21.   NÃO TEM PÉ E CORRE, TEM LEITO E NÃO DORME?
22.   TEM ESCAMAS E NÃO É PEIXE, TEM COROA E NÃO É REI?
23.   NA ÁGUA NASCI, NA ÁGUA ME CRIEI, SE NA ÁGUA ME JOGAREM, NA ÁGUA MORREREI? 
24   UMA BOLA BEM FEITA, DE BOM PARECER, NÃO HÁ CARAPINA QUE SAIBA FAZER?
25.  POR CIMA DE UMA LINHA: QUAL O PEIXE DO MAR QUE NÃO TEM ESPINHA?
26.  TEM COROA E NÃO É REI,TEM ESPORAS E NÃO É CAVALEIRO?
27.  TEM BARBA E NÃO É HOMEM, TEM DENTES E NÃO É GENTE?
28.  RESPONDA DEPRESSA, NÃO SEJA BOCÓ, TEM NO POMAR E NO SEU PALETÓ?
29  .NO ALTO MORA, NO ALTO FICA, TODOS O OUVEM, NINGUÉM O ADORA?
30.  TEM OLHOS, MAS NÃO VÊ, TEM BOCA, MAS NÃO FALA, TEM BRAÇOS, MAS NÃO ABRAÇA, TEM PÉS, MAS NÃO ANDA?
31.  TEM CHAPÉU, MAS NÃO TEM CABEÇA, TEM BOCA, MAS NÃO FALA, TEM ASAS, MAS NÃO VOA, TEM BICO, MAS NÃO BELISCA?
32.  UMA CAIXINHA DE BOM PARECER, NÃO HÁ CARPINTEIRO QUE SAIBA FAZER?
33.  CAPINHA SOBRE CAPINHA, CAPINHA DO MESMO PANO, SE EU NÃO TE DISSER AGORA, NÃO ACERTAS NEM PARA O ANO?
34  .ENCHE UMA CASA COMPLETA, MAS NÃO ENCHE UMA MÃO, AMARRADO PELAS COSTAS, ENTRA E SAI SEM TER PORTÃO?
35  .QUE SE PÕE EM CIMA DA MESA, PARTE-SE E SE REPARTE, MAS NÃO SE COME?
36.  UMA PEDRINHA QUADRADA, QUER CHOVA, QUER FAÇA SOL, TODA VIDA É MOLHADA?

RESPOSTAS: 1- CAMINHO; 2- SABÃO; 3- CIGARROS; 4- CARVÃO;
5- CASA; 6- CARTA; 7- CHAPÉU; 8- CIGARRO; 9- LAMPIÃO OU LAMPARINA; 10- PENTE; 11- PETECA; 12- PIANO; 13- PREGO; 14-RELÓGIO; 15- RETRATO; 16-SABÃO; 17- SAPATO; 18- TESOURA; 19- TRILHOS DE ESTRADA DE FERRO. 20- PAPAGAIO; 21- RIO; 22- ABACAXI. 23- SAL; 24- LUA; 25- POLVO; 26- GALO; 27- ALHO; 28- MANGA; 29- RELÓGIO; 30- BONECA; 31- BULE; 32- AMENDOIM; 33- CEBOLA; 34- BOTÃO; 35- BARALHO; 36- DENTE.

domingo, 25 de setembro de 2011

O MENINO QUE APRENDEU A VER

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

CRIANÇA DIZ CADA UMA...


Hoje quero dar início a uma nova secção do blog: Criança diz cada uma...
A Nicoly - já falei sobre ela aqui - é inteligente e criativa. Outro dia, após o término da aula,  a Bianca ficou na sala para concluir uma atividade. Como a Nicoly é solidária, ficou com a amiguinha. A Bianca estava apressada, porque sabia que a avó a estava esperando. Assim que finalizaram  a tarefa,  foram para a saída da escola. Foi quando a Nicoly aproximou-se de mim e me explicou: "Nossa, profe, a gente copiou tudo depressinha, a gente ficou no maior estresso." 

Meus alunos, principalmente as meninas, costumam me agradar com lindos e carinhosos bilhetinhos. Um dos muitos que recebi da Eduarda Beatriz diz assim:
"Pro eu tiamo muto você é muto insinadora. Eu tiadoro muto" 
Adorei cada palavra, mas o insinadora me conquistou para o resto da minha vida de profe (é assim que a maioria me chama).

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

MORADIA - QUERO CASA COM JANELA

Além de adequada para a introdução do tema moradia, a literatura Quero casa com janela apresenta belas ilustrações, é divertida, bem escrita  e de fácil penetração  no universo infantil.
Pesquisando  o tema, encontrei algumas atividades interessantes referentes ao título citado. Anote aí:

Sugestões de atividades para a literatura Quero casa com janela:

 Interpretação escrita
1.Faça um desenho que represente o final da história. Se preferir, pode fazer uma ilustração com colagem de figuras. 
2.Por que dona Ovolina diz que "casa sem janela não tem graça"? 

Discussão e opinião crítica
1.Você gostou do anúncio do galo Cucuduco? Por quê?
2.Na sua opinião, por que o galo fez a casa sem janela?
3.Se você fosse um animal, pediria para o galo Cucuduco fazer a sua casa? Por quê? 
4.Na sua opinião, por que o autor deu à rua  o nome de "Bom Bico" e à avenida o nome "Farelo Fino"?

Extrapolação
1.O que você faria se alguém construísse para você uma casa sem janelas?
2.você já viu a planta de uma casa? Em jornais e revistas, propagandas ou anúncios de casas ou de apartamentos, encontre uma planta, recorte-a e cole no espaço abaixo.
O que você achou mais interessante nessa planta?
3.No espaço abaixo, faça a planta da casa da dona Ovolina. Coloque o nome dos cômodos.

Linguagem extraverbal
1.Desenhe a fachada de uma casa, isto é, a parte da frente. Não se esqueça dos detalhes. (sair da sala com o professor, escolher uma das casas do entorno e desenhar).
2.Depois de pronto o seu desenho, faça uma lista de coisas que todas as fachadas têm. Compare sua lista com a de seus colegas. 

Produção de texto final
1.Imagine que você é a galinha Ovolina. Faça um anúncio para alugar a sua casa sem janela. Antes, esquematize em seu caderno, as seguintes iformações:
- Quantos cômodos tem sua casa? Quais são? Como eles são?
- Por quanto ou em troca de que você pretende alugá-la? (Quanto ela vale em dinheiro? ou, o que você deseja em troca do aluguel?)
- Qual seu endereço completo?

 TEXTO DE APOIO: CURIOSIDADES SOBRE A HISTÓRIA DAS JANELAS

No livro Historiar, deparei-me com a narrativa adiante transcrita:

"Um dos problemas mais importantes a ser resolvido dentro das moradias foi a iluminação e ventilação. Um dos significados da palavras "janela" é "buraco de vento". As primeiras janelas eram só isto: uma abertura na parede ou no telhado para deixar entrar o ar que ia alimentar o fogo. Alguns "buracos de vento" eram bem pequenos, para impedir a entrada do frio e de animais. As mudanças mais importantes na construção das janelas aconteceram após a invenção do vidro, há mais de 400 anos. Hoje em dia as placas de vidro são tão resistentes que se podem fazer edifícios completos com paredes de vidro.

Para saber mais...
Na Inglaterra, em 1784, havia o "Imposto de janela". As pessoas mais ricas tinham casas maiores, logo, com mais janelas. Assim, quanto mais janelas tinha uma casa, mais imposto a pessoa teria que pagar ao governo. Para evitar pagar impostos, os ricos diminuíam o número de janelas de suas casas. Isto reduzia a circulação de ar fresco e provocava o aumento de doenças."
Referência:
SCHIMIDT, Maria Auxiliadora Moreira dos Santos. Historiar: fazendo, contando e narrando a hitória. 1/Dora Schimidt. - São Paulo: Scipione, 2001. - (Coleção Historiar)


 

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

PROJETO MORADIA





Projeto Moradia:


Eixo de trabalho predominante: Levar o aluno a conhecer diferentes tipos de moradias, relacionando-as aos materiais de que são construídas, bem como aos aspectos econômicos e culturais das construções. Perceber a moradia como direito do cidadão.

Áreas: Geografia, Artes e Língua Portuguesa

Tema Transversal: Meio Ambiente

Além de abranger  o aspecto arquitetônico, uma pesquisa sobre os diferentes tipos de moradias deve colocar em discussão o modo de vida das pessoas que as  habitam. Favelas e outras habitações utilizadas por pessoas de classes sociais menos favorecidas devem fazer parte desse trabalho. Quanto mais os alunos puderem estabelecer relações entre cultura, moradia, situação econômica, clima, vegetação e outros elementos, maiores serão as chances de eles construírem um olhar para/sobre as paisagens.
• Entrevistar moradores das moradias pesquisadas para saber mais sobre seu modo de vida pode ajudar os alunos a aprofundarem seus conhecimentos. Para isso você deve elaborar questões junto com eles e socializar as descobertas feitas. (sugestões encontradas no universo virtual, levemente modificadas por  mim).

IMPORTANTE

TEXTOS DE APOIO E PLANOS DE AULA PARA O PROFESSOR:
Professor, antes de iniciar o estudo do tema, teste os seus conhecimentos sobre o mesmo e responda: em que medida eles ultrapassam o conhecimento do senso comum? Certamente muitos de nós nos surpreenderemos com a resposta. Antes de promover uma roda de conversa sobre um assunto, o professor tem a obrigação de estudar, de se preparar, a fim de oferecer ao aluno a oportunidade de construir, de ampliar os seus próprios conhecimentos. Ao pesquisar sobre materiais utilizados na construção das moradias, encontrei na internet esse texto. Li, gostei e recomendo. No Cola da Web há um bom volume de infomações sobre moradia. O Educador Brasil Escola aponta várias maneiras de se trabalhar com o tema. . O blog Aprende Minas  sugere 13 atividades excelentes para trabalhar a parlenda A casinha da vovó. Outro endereço muito bom é o Portal Educar Brasil, onde você encontra dois planos de aula  interessantes que exploram a música "A casa" de Vinícius de Morais:
O  site Aprimora Educacional, também fundamentando-se na  canção A CASA, apresenta atividades diferenciadas sobre o tema moradia. No Portal São Francisco você encontrará um material de pesquisa de uma riqueza ímpar.

A História das moradias:


CASA
  
CONTAM QUE ANTIGAMENTE OS HOMENS MORAVAM EM CAVERNAS.
MAS OS TEMPOS MUDARAM, E HOJE EM DIA TEM CASA DE TANTOS JEITOS DIFERENTES, NÃO É MESMO?
POR EXEMPLO, TEM GENTE QUE MORA EM EDIFÍCIO.
MAS TEM GENTE QUE MORA EM CASA DE VERDADE.
AÍ, A CASA PODE SER DE UM MONTE DE TIPOS.
PODE SER UMA CASA DE BARRO, DE ALVENARIA...
PODE SER UMA CASA PRÉ-FABRICADA, OU UMA CASA DE PAU A PIQUE.
QUEM SABE ATÉ UMA CASA DE MADEIRA, OU DE PEDRA, OU DE PALHA, TIPO CHOUPANA.
TAMBÉM TEM AQUELA CASA QUE FICA NO TIJOLO, E NUNCA É TERMINADA.
SERÁ POR QUÊ?
E TEM AS CASAS DOS MORROS, ÀS VEZES BARRACOS BEM PEQUENOS.
EXISTEM AINDA AS CASAS IMPROVISADAS EMBAIXO DAS PONTES.
E A OCA DO ÍNDIO, O IGLU DOS ESQUIMÓS, O NINHO DOS PASSARINHOS.
TEM OS CASTELOS DOS PRÍNCIPES, E DAS PRINCESAS, DOS NOBRES E DOS CAVALEIROS...
TEM A CASA MAL-ASSOMBRADA...
TEM A CASA DA VÓ E DO VÔ, E A CASA DO AMIGO.
DE UNS TEMPOS PRA CÁ, ALGUMAS CRIANÇAS PASSARAM A TER A CASA DO PAI E A CASA DA MÃE.
E TAMBÉM EXISTE A CASA DE FINAL DE SEMANA: PODE SER A CASA DE PRAIA, OU A CASA DA MONTANHA, OU O SÍTIO.
TEM GENTE QUE MUDA DE CASA O TEMPO TODO. SÃO PESSOAS QUE MORAM EM HOTÉIS, PORQUE VIVEM VIAJANDO.
TEM GENTE QUE LEVA A CASA NAS COSTAS.
TEM GENTE QUE MORA EM BARCO. E AÍ, ELE FICA SENDO A CASA-BARCO.
TEM A CASA DE DENTRO DA GENTE.
TEM A CASA ONDE MORAM AS PALAVRAS E AS HISTÓRIAS.
TEM CRIANÇA QUE MORA EM ORFANATO, OU EM UM LAR DE CARIDADE. E AÍ, ESTA FICA SENDO A SUA CASA.
TEM OS COM-CASA E OS SEM-CASA, OS COM-TERRA E OS SEM-TERRA...
TEM GENTE QUE NÃO TEM CASA E MORA NA RUA.
AÍ, A RUA FICA SENDO A SUA CASA.
TUDO ISSO SEM CONTAR AS CASAS DOS BICHOS: DO JOÃO-DE-BARRO, DO CARAMUJO, O CASULO DA BORBOLETA, O BURACO DA MINHOCA, DO TATU E TANTOS OUTROS!
E A SUA CASA COMO É?
   
Ref.: RAMOS, Anna Cláudia; RAMOS, Ana Raquel. Casa. 6.ed. São Paulo: Formato, 2000

Conteúdo retirado de um livro de geografia:





 TIPOS DE MORADIAS:



 Textos sobre moradia:

A TARTARUGA


A SENHORA TARTARUGA
POSSUI CASA E MOBÍLIA.
UMA HERANÇA DE FAMÍLIA
QUE NÃO VENDE NEM ALUGA.

PARA ELA NÃO TEM PREÇO
QUE PAGUE O QUE TANTO GOSTA,
E ATÉ CARREGA NAS COSTAS
PRA NÃO PERDER O ENDEREÇO.

NUNCA TEVE UMA GOTEIRA,
NÃO PRECISA DE PINTURA.
SEM NENHUMA RACHADURA,
DURA MAIS QUE A VIDA INTEIRA.

DESSA FORMA, A TARTARUGA
AOS PEDIDOS NÃO ATENDE:
SUA CASA, ELA NÃO VENDE,
NÃO EMPRESTA E NÃO ALUGA.

Medeiros, Maria Augusto de. O QUINTAL DE SÃO FRANCISCO:

        Poesias para as crianças. Coleção Estrela. São Paulo : Paulinas, 2004.
 

O CARACOL VIAJANTE

SÔNIA JUNQUEIRA

RODOLFO É UM CARACOOL.
ELE ADORA VIAJAR.
RODOLFO ANDA DEVAGAR.
ELE NÃO TEM PRESSA DE CHEGAR.
RODOLFO LEVA A CASA NAS COSTAS.
A BARRIGA VAI NO CHÃO.
A CABEÇA VAI  NO AR.
RODOLFO VIVE MUITO SATISFEITO.
ELE SEMPRE TEM ONDE MORAR.
PASSA AREIA, PASSA TERRA.
RODOLFO ANDA SEM PARAR.
RODOLFO SOBE MORRO.
RODOLFO DESCE SERRA.
ELE NÃO VÊ O TEMPO PASSAR.
VEM A CHUVA.
VEM A ENCHENTE.
RODOLFO RESOLVE ESPERAR.
PASSA FOLHA, PASSA PEDRA.
PASSA GALHO SEM  PARAR.
E O CARACOL RODOLFO
ESPERA TUDO ACABAR.
ELE VÊ MUITA COISA.
A PAISAGEM
É SEMPRE BOA DE OLHAR.
RODOLFO FICA AMIGO
DOS BICHINHOS.
ELE GOSTA DE CONVERSAR.
VAGA-LUME, SAPO, MOSCA
É GENTE BOA DE BRINCAR.
E RODOLFO VAI ANDANDO.
VAI ANDANDO ATÉ CANSAR.
E QUANDO ISSO ACONTECE
RODOLFO NÃO SE ABORRECE,
JÁ É HORA DE PARAR.
RODOLFO LIMPA UM TERRENO,
CALADINHO.
PÕE A CASA EM UM CANTINHO.
QUALQUER LUGAR É O SEU  LAR!

CASINHAS DE BICHOS
VEJAM SÓ COMO OS BICHOS/ VÃO ENSINANDO A GENTE:
PRA TER CASA BONITA,/ BASTA QUE SE INVENTE!

CADA UM DÁ UM JEITINHO/ DE TER SUA MORADA.
CADA UM TEM UMA IDEIA/ MAIS OU MENOS BOLADA.

REPARE SÓ COMO FAZ/ O ESPERTO PASSARINHO,
QUE CATA PALHA POR PALHA/ PARA FAZER O SEU NINHO.

A ARANHA NÃO SE ACANHA./COM SEU NOVELO DE LINHA,
TRANÇA ONDE QUER SUA TEIA,/ ESCOLHE QUEM QUER POR VIZINHA.

O MACACO, MALANDRINHO,/ NÃO QUER SABER DE TRABALHO.
ESCOLHE UMA BOA ÁRVORE/ E LOGO SE AJEITA NUM GALHO.

O GRILO MORA NA FOLHA/ E EU PENSO CÁ COMIGO:
DEVE SER O ÚNICO BICHO/ QUE COME O PRÓPRIO ABRIGO.

LEVANDO MASSA NO BICO,/TRABALHANDO O DIA INTEIRO,
JOÃO-DE-BARRO FAZ CASA/ COMO SE FOSSE PEDREIRO.

O CARACOL TEVE SORTE./ NÃO GASTOU TEMPO E DINHEIRO.
NASCEU COM A CASA NAS COSTAS/ E MORA NO MUNDO INTEIRO.

O CASTOR É ENGENHEIRO./ FAZ BARRAGEM, FAZ REPRESA.
SUA CASA TEM PISCINA./ NÃO É MESMO UMA BELEZA?

CASA É TAMBÉM PROTEÇÃO./ O TATU, QUE NÃO É BOBOCA,
SE VÊ INIMIGO POR PERTO,/ JÁ VAI CORRENDO PRA TOCA.

PRA FAZER A SUA CASA,/ A FORMIGA CAVA FUNDO.
FAZ TÚNEL PRA TODO LADO,/ PRA QUE MORE TODO MUNDO.

A CASA DO MARIMBONDO/ FICA NO ALTO, PENDURADA.
SE ALGUÉM CHEGAR BEM PERTO,/ CUIDADO, LÁ VEM FERROADA!

O SAPO CAVA UM BURACO/ E UMA CANTORIA ENTOA:
VAI CHAMANDO A NAMORADA/ PRA MORAR NA SUA LAGOA!

E ATÉ DEBAIXO D’ÁGUA,/ MORAR BEM É UM DESEJO:
O PEIXE DISPUTA A TOCA/ COM O POLVO E O CARANGUEJO.

HÁ CASAS DE TODO TIPO./ HÁ CASAS DE TODO JEITO.
PRA QUEM TEM O SEU CANTINHO/ NÃO HÁ LUGAR MAIS PERFEITO.

MAS A CASA DA ABELHA/ NINGUÉM CONSEGUE IGUALAR.
COM TANTO MEL E DOÇURA,/ É UM LAR, DOCE LAR!
Hardy Guedes Alcoforado Filho
Ilustrações de Mariângela Haddad
São Paulo: Scipione, 1997. 


CÔMODOS DA MORADIA:

ATIVIDADES:  
Essa atividade foi elaborada pela professora Janaína Spolidorio

















 

LITERATURA “A CASA FEIA” DE MARY FRANÇA

1- Leitura e interpretação do texto.
2- Qual é o título do texto? Por que você acha que a autora colocou este título?
3- Qual foi o material utilizado pelo gato para fazer sua casa?
4- Por que a casa do jeito que o gato fez, não ficou completa para os outros animais?
5- Para o rato o que faltava na casa?
6- Por que o telhado é importante numa casa?
7- O que faltava para o pato?
8- Qual é a importância de uma varanda?
9- E para o bode o que faltava na casa do gato?
 10- Para que serve a pintura de uma casa?
11-  O que o próprio gato achou que ainda estava faltando?
12- Um jardim é essencial numa casa?
13- O que o gato fez para comemorar a beleza de sua casa, ou seja, para inaugura-la?
14- O gato aceitou a opinião dos outros animais? Por que você acha que isso aconteceu?
15- Agora escreva um texto sobre a sua casa: como ela é, ou como gostaria que ela fosse:

LIVRO: A CASA DOS BICHOS


 HIGIENE E LIMPEZA DA MORADIA:


A LIMPEZA DE TERESA

          SINHÁ TERESA TEM MANIA DE LIMPEZA: ESFREGA QUE ESFREGA O CHÃO, COM MUITA ÁGUA E SABÃO!
          DEPOIS DÁ BANHO EM PANELAS, LAVA O SAL E LAVA O AÇÚCAR... FICA TUDO DESMANCHANDO!
          QUE CALDO MAIS ENTORNADO!
          _ PRECISO LAVAR A MESA! _ SUSPIRA SINHÁ TERESA. E VIRA A POBRE DA MESA DE PERNAS PRO AR. A MESA GRITA AFLITA:
          _ SINHÁ TERESA, UI, AI, CHEGA DE TANTA LIMPEZA!
          O GATO QUE VAI PASSANDO, TAMBÉM ENTRA NA FAXINA: LÁ VAI O GATO PRA TINA! O GATO, AGONIADO, RESPINGA PRA TODO LADO, MOLHANDO TODA A COZINHA.
          SINHÁ TERESA, DE QUATRO, ESFREGA O LADRILHO E O GATO, ATÉ O GATO TER BRILHO!
          NO JARDIM, QUE TRABALHEIRA!
          _ VOU LAVAR ESTA ROSEIRA! _ GRITA SINHÁ TERESA.
          A ROSEIRA, ZANGADA, ESPETA TODO O SABÃO.
          E O SABÃO, COITADINHO, GEME BAIXINHO:
          _ PARECO UM PORCO ESPINHO!
          MAS A VELHA, COM FIRMEZA, CONTINUA A LIMPEZA: ESFREGA UMA BANANEIRA, LAVA UM CACHO DE BANANAS, ESFREGANDO MUITA FRUTA. A VELHA É LELÉ DA CUCA!

(SYLVIA ORTHOF. A LIMPEZA DE TERESA. 4ª EDIÇÃO, EDITORA ÁTICA,1988)

LITERATURA: 
Hardy Guedes Alcoforado Filho

No meu álbum do Picasa você encontra o  livro completo.
Veja algumas atividades referentes a essa literatura na postagem desse blog intitulada: Moradia - Quero casa com janela
Consulte  esse Álbum do Picasa

Liana Leão O livro das casas (São Paulo: Cortez, 2004).
A casa feia (Mary França e Heliardo França)
A CASA DO COELHO (LÚCIA REIS)
Encontre o livro nesse álbum do picasa
Quanta casa! Rosa Amanda Strausz


Lar, doce lar! da escritora Hulda Cyrelli de Souza
MÚSICAS:

Casinha Torta

Quem mora na casa torta, quem mora?
Quem mora na casa torta, quem mora?
Um gato que usa sapato e tem retrato no quarto..
Uma florzinha pequenininha de sainha curtinha...
Um elefante com rabinho de barbante..
Um papel de óculos e chapéu..
Um botão que toca violão...essa não!!!
Um pente com dor de dente, um pente com dor de dente!
Quem mora na casa quem??
Invente depressa alguém faça janela e porta na minha casinha torta. 
(Autor Maria Mazzetti) CLIQUE AQUI PARA VER E OUVIR NO YOU TUBE
UMA CASA 

Era uma casa bem fechada (bis)
Abra a janelinha e deixa o sol entrar (bis)
Perto da casa tem uma árvore (bis)
E os passarinhos pousam nela assim (bis)
Perto da árvore tem uma ponte (bis)
E debaixo dela corre o rio assim (bis)
Perto da ponte está trovejando (bis)
Fecha a janelinha que já vai chover (bis)
Chuá, chuá 



Para ouvir a música acima acesse Contos Infantil 2-era...

A Casa do Zé 
Bia Bedran

Pra entrar na casa do Zé
Tem que bater o pé
Pra entrar na casa do Zé
Tem que bater o pé
Lê lê a, agora já posso entrar
Lê lê a, agora já posso entrar

Mas você tem que bater palmas também
Mas você tem que bater palmas também
Bater palma, bater o pé, para entrar na casa do Zé
Bater palma, bater o pé, para entrar na casa do Zé
Lê lê a, agora já posso entrar
Lê lê a, agora já posso entrar

Mas você tem que dá um pulinho também
Mas você tem que dá um pulinho também
Dá um pulinho...
Bater palma, bater o pé, para entrar na casa do Zé
Bater palma, bater o pé, para entrar na casa do Zé
Lê lê a, agora já posso entrar
Lê lê a, agora já posso entrar

Mas você tem que dá uma rodada também
Mas você tem que dá uma rodada também
Dá uma rodada... dá um pulinho...
Bater palma, bater o pé, para entrar na casa do Zé
Bater palma, bater o pé, para entrar na casa do Zé
Lê lê a, agora já posso entrar
Lê lê a, agora já posso entrar

Mas você tem que dá uma rebolada também
Mas você tem que dá uma rebolada também
Dá uma rebolada... dá uma rodada... dá um pulinho...
Bater palma, bater o pé, para entrar na casa do Zé
Bater palma, bater o pé, para entrar na casa do Zé
Lê lê a, agora já posso entrar
Lê lê a, agora já posso entrar

Mas você tem que abraçar o colega também
Mas você tem que abraçar o colega também
Abraçar o colega... dá uma rebolada... dá uma rodada... dá um pulinho...
Bater palma, bater o pé, para entrar na casa do Zé
Bater palma, bater o pé, para entrar na casa do Zé
Lê lê a, agora já posso entrar
Lê lê a, agora já posso entrar


Oh! Seu Zé, primeiro vou me organizar.
 
A casa amarela

Papai pintou
A casa de amarelo
A frente toda
Parece um castelo
Lá no jardim
Anão e cogumelo
Mamãe achou legal
E até discreto
Ah, foi um sonho
Hum, que sonhei
Ah, foi um sonho
Me tratavam
Como um rei
Lá do meu quarto
Dá pra ver
Os girassóis
Lá da varanda
Grandes portas
De cristais
Mamãe vestida
De rainha
E de condão
Papai valente
Enfrentando
O dragão

A PORTA
VINÍCIUS DE MORAIS

SOU FEITA DE MADEIRA
MADEIRA, MATÉRIA MORTA
NÃO HÁ NADA NO MUNDO
MAIS VIVA QUE UMA PORTA.

EU ABRO DEVAGARINHO
PRA PASSAR O MENININHO
EU ABRO COM CUIDADO
PRA PASSAR O NAMORADO.

EU ABRO BEM PRAZENTEIRA
PRA PASSAR A COZINHEIRA
EU ABRO DE SUPETÃO
PRA PASSAR O CAPITÃO.

EU FECHO A PORTA DA CASA
FECHO A FRENTE DO QUARTEL
FECHO TUDO NO MUNDO
SÓ VIVO ABERTA NO CÉU (BIS).

ADVINHA: 
O que é, o que é?

  QUE ENCHE DE NOITE E ESVAZIA DE DIA?
 
JOGOS:

  1. - Construindo uma casa na árvore
  2. - Ajude a organizar a Casa da Fernanda
  3. - A casa de Rui Barbosa (caça-palavras)
  4. -Decorando a casa da Barbie
  5.  -Crie uma casa

VÍDEOS:










CONSTRUINDO UMA CASINHA DE PAPEL:



MAQUETE DE CAIXA DE LEITE:



MAQUETE COM CAIXAS DE PAPEL E PAPELÃO:
Veja como fazer no site CIDADE EL SHADAI


DOBRADURA: 





CASINHA EM 3D:




RECORTE E COLAGEM:

TANGRAN:
TIRINHA:

PRODUÇÃO DE TEXTO:


IMAGENS: TIPOS DE MORADIAS














CÔMODOS, MÓVEIS E OBJETOS DA MORADIA: