segunda-feira, 12 de março de 2012
SITE LEGAL
Estava pesquisando um assunto na rede quando me deparei com um site muito bom. Aí vai o nome: GUILHERME HILDEBRAND.Vale a pena dar uma espiada.
Marcadores:
site educativo
domingo, 26 de fevereiro de 2012
MAIS TEXTOS PARA ALFABETIZAÇÃO
URUBU
Cyro de Mattos
URUBU NA ESTACA
NAMORANDO COM A VACA.
URUBU NA VALETA
DE GUARDA-CHUVA E MALETA.
URUBU NA LAVOURA
DE BOTINA E VASSOURA.
URUBU NO HOSPITAL
SÓ QUER DOCE E JORNAL.
Pássaro livre
Gaiola aberta.
Aberta a janela.
O pássaro desperta.
A vida é bela.
A vida é boa.
Voa, pássaro, voa.
MURALHA, Sidônio. A dança dos pica
paus.Riode Janeiro :Nórdica, 1985. P. 51.
O passeio da poltrona
Duda Machado
Uma
poltrona simpática
que quase ninguém usava,
se sentiu tão triste
e abandonada
que, para se distrair,
resolveu passear pela casa.
Primeiro foi à despensa,
apanhou o espanador,
sacudiu o pó,
e assim toda limpinha,
fofa, gordinha,
foi dar uma espiada
na cozinha.
Mas como não saía
nunca do lugar,
ficou tão cansada
que voltou se arrastando para a
sala
e, quase sem ar,
acabou se deitando
lá no sofá.
A aranha
tece matreira a sua teia
mas vem
um vento
e ela escorrega
e desce
leve
como se deslizasse
num fino fio
de seda
de meia...
J. Cardidas, publicado em Ninho de
poesias, editado pela Melhoramentos.
JOGO DE VARISTO
- GENTE! CADÊ VARISTO?
- FOI PRA ROÇA.
- GENTE! FAZER NA ROÇA?
- PLANTAR MANDIOCA.
- GENTE! PRA QUE MANDIOCA?
- PRA FARINHA.
- GENTE! PRA QUE FARINHA?
- PRA DINHEIRO.
- GENTE! PRA QUE DINHEIRO?
- PRA FEITIÇO.
- GENTE! NO MUNDO HÁ DISTO?
Do livro : Cantos populares do Brasil
Jogo Noturno
Mauro Mota
Ilumina-se o campo
Para o futebol na aldeia.
Aparece a bola branca,
Feita de algodão e meia.
Meninos poetas jogam
Com a bola da lua cheia.
UM GATO CHINÊS
JOSÉ PAULO PAES
ERA UMA VEZ
UM GATO CHINÊS
QUE MORAVA EM XANGAI
SEM MÃE E SEM PAI
QUE SORRIA AMARELO
PARA O RIO AMARELO
COM SEUS OLHOS PUXADOS
UM PARA CADA LADO
ERA UMA VEZ
UM GATO MAIS PRETO
QUE TINTA NANQUIM
DE BIGODES COMPRIDOS
FEITO MANDARIM
QUE QUANDO ESPIRRAVA
SÓ FAZIA “CHIM”!
Mercado de trocas
Troco um passarinho na gaiola
por um gavião em pleno ar
Troco um passarinho na gaiola
por uma gaivota sobre o mar
Troco um passarinho na gaiola
por uma andorinha em pleno vôo
Troco um passarinho na gaiola
por uma gaiola aberta, vazia..
MURRAY, Roseana. Classificados poéticos.
Belo Horizonte: Miguilim, 1988. P. 31.
LEITE, PÃO E MEL
O mel que derrete na boca,
feito um pedaço de céu,
é abelha quem faz,
silenciosa e trabalhadeira.
O leite o homem tira da vaca
e com ele faz manteiga e nata.
O pão é o milagre do trigo
que a terra dá de presente
é só plantar a semente.
Parece tudo tão fácil que a gente
fica pensando:
como é que tem criança
no mundo passando fome?
Roseana Murray. No Mundo da Lua. Belo Horizonte, Miguilim,1985
NOME É NOME
José Paulo Paes
Você por acaso conheceu
Um contador chamado Romeu?
Toda vez que errava
As contas gritava:
Erro meu! Erro meu! Erro meu!
Inesperadamente, a minha tia Inês
Soltou na rua o meu cãozinho pequinês.
Mas foi-lhe perdoado
Esse grave pecado.
O padre só disse: “nunca mais peque, Inês!
Em que estação do ano
Nasceu Vera, a minha prima?
Essa até rima.
Não tem engano.
Nasceu na primavera
A minha prima Vera.
MINHA MÃE ODEIA O B
Pedro Bandeira
Por que será que a mamãe
não gosta da letra B?
Será que ela brigava comigo,
se eu ainda fosse um bebê?
Se tem bolo para o lanche,
ela sempre diz que não.
Se tem bala ou bombocado,
tem a mesma reação.
Mãe-benta não quer provar,
não quer beiju, não quer nada.
Não come baba-de-moça
não aceita bananada.
Se lhe oferecem batata,
recusa no mesmo tom.
Nem olha para o bolinho
e não quer nem um bombom!
A razão de tudo isso
era uma idéia secreta.
Mas acabei descobrindo:
a mamãe está de dieta!
ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DE TEXTOS - CRIANDO E COPIANDO SEMPRE
Dentre as preciosidades que guardei no meu baú de achados, há esse texto maravilhoso e sugestivo que copiei do blog CRIANDO E COPIANDO SEMPRE, da gloriosa Celia Rodrigues ( note que o nome nos faz lembrar da palavra céu, céu de anjos. Tem um anjinho assim na minha vida, que por coincidência, atende pelo mesmo nome). Eis o texto:
SUGESTÕES DE ATIVIDADES
- Escrever uma poesia curta e ler várias vezes, até que os alunos a aprendam de cor. Pedir para localizarem esta ou aquela palavra no texto.
- Fazer o mesmo com letras de música conhecidas, com provérbios, frases de pára-choques de caminhão etc.
- Depois de ler um texto em voz alta, apreciando seu significado, pedir aos alunos para descobrirem qual é a palavra, ou palavras, que nele se repetem.
- Pedir aos alunos que guardem na memória, para repetir na classe, uma frase que ouviram antes de chegar à escola. As frases serão escritas na lousa e comentadas por todos: quem disse, onde disse, por que disse. Em seguida, serão analisados: número de palavras, número de espaços entre as palavras, pontuação, existência de palavras iguais.
- Exploração do título e formulação de hipóteses sobre o tema geral e os significados prováveis do texto.
- Troca de idéias com a turma sobre o que compreenderam da leitura.Busca de relações entre o texto e os conhecimentos e experiências dos alunos.
- Identificação do gênero do texto.
- Leitura didática feita pelo professor que aponta as palavras uma a uma. A turma acompanha e repete.
- Observação de aspectos formais da escrita como sistema de representação: direção ( da esquerda para a direita), limites gráficos das frases ( onde começam e onde terminam), número de frases, uso de maiúsculas e minúsculas, pontuação, espaços entre as palavras.
- Repetição da leitura do texto, ora pela turma toda, ora por um único aluno.
Do ponto de vista da compreensão do mecanismo da leitura, o ideal é que o aluno, praticando essas atividades, seja capaz de relacionar as unidades sonoras com as unidades gráficas, ou seja, saber que a cada palavra dita por ele corresponde uma palavra no papel.
DECOMPONDO O TEXTO:
O objetivo desta etapa é o reconhecimento de cada uma das frases que compõem o texto. Trata-se ainda de uma leitura global. As frases serão inicialmente reconhecidas por um ou mais detalhes que atraiam a atenção dos alunos, como o número de palavras, a forma de determinada letra, a presença de uma palavra conhecida, e assim por diante.
Sugestão de atividades:
- Escrever as frases em tiras de papel ou cartolina. Pedir ao aluno que as arrume na ordem em que aparecem no texto.
- Alterar a ordem das frases e levar a turma a verificar o que acontece.
- Dizer uma frase em voz alta e pedir ao aluno que encontre a tira correspondente.
- Esconder uma das tiras e pedir ao aluno que descubra a frase que está faltando.
- Deixar os alunos trabalharem em grupo com as tiras, criando suas próprias atividades.
ANÁLISE DAS PALAVRAS:
O professor escolhe no texto três ou quatro palavras ( palavras-chave) que serão primeiro memorizadas, globalmente, depois analisadas e comparadas com outras, de maneira que a atenção do aluno seja dirigida para as relações entre sons e letras.
Sugestão de atividades:
- Escrever as palavras em cartões (conhecidos como cartões-relâmpago) do mesmo tamanho e mostrá-los à turma para leitura oral . O objetivo é que o reconhecimento das palavras seja imediato, o mais rápido possível.
- Chamar os alunos na lousa para apontar no texto a palavra pedida pelo professor ou por um colega que faz o papel do professor.
- Fazer o mesmo exercício (assinalar determinada palavra) em cópias feitas para o aluno.
- Mímica ou é proibido falar: Um aluno representa por mímica o sentido da palavra e outro deve escrevê-la na lousa.
- Concurso de frases:Os alunos formam frases oralmente e o professor as escreve na lousa, destacando a palavra-chave. A turma escolhe a frase mais bonita , que será escrita num cartaz e colocada num mural.
- Detetive: Procurar as palavras-chave em jornais velhos, revistas etc. Recortá-las e colá-las num cartaz intitulado “ Procura-se a palavra ...”
- Coleção de caixinhas: Cortar pedaços de papel do tamanho de uma caixa de fósforos, nos quais os alunos escrevem as palavras-chave e colam sobre caixinhas de fósforos vazias. À medida que aumentam suas coleções, as próprias crianças criam brincadeiras com as caixinhas ( trenzinho de palavras, dominós, torres de palavras etc.
- Palavras cruzadas ( adaptação): O professor lê as definições.
1. Nome de mulher ( MARIA )
2. Lugar onde se estuda ( ESCOLA)
3. Uma fruta ( MAÇÃ)
- Nosso primeiro dicionário:
Um aluno escreve a palavra-chave em letras grandes, no alto da página ( papel ofício). A seguir, copia uma frase em que aparece a palavra e ilustra o trabalho. Reunindo estas folhas por ordem alfabética, o professor formará o primeiro dicionário da turma.
- Passa palavra ( adaptação da brincadeira de passar o anel):
A palavra é escrita num pedacinho de papel que é dobrado e servirá para substituir o anel.
A criança que recebe o papelzinho deve ler em voz alta a palavra recebida. Se acertar, tem o direito de escolher outra palavra, escrevê-la num papelzinho e prosseguir a brincadeira.
- Segredinho:
Na hora da saída, o professor coloca no bolso de três ou quatro crianças um papel dobrado com uma palavra-chave, pedindo-lhes que leiam em casa várias vezes. No dia seguinte, os escolhidos vão à frente da turma ler as palavras que levaram.
- Histórias malucas:
É uma brincadeira divertida, a criação coletiva de histórias.O professor escreve a palavra-chave num papel e a esconde da turma. Pede a um aluno que sugira outra palavra qualquer.
Em seguida, o professor revela a palavra-chave. Tem-se uma dupla de palavras, com as quais o professor começa a brincar, fazendo associações entre elas. Usar diferentes preposições para ligar as palavras pode trazer resultados interessantes. Os alunos dão prosseguimento à história. Exemplo:
Palavra-chave: escola
Palavra sugerida pelo aluno: avião
Algumas ligações possíveis: escola e avião
avião com escola
avião na escola
avião sobre a escola
escola no avião etc.
Cria-se a história com as associações.
EXERCÍCIOS PARA ANÁLISE DAS PALAVRAS:
- Contar as sílabas oralmente. Batucar o número de sílabas ( uma batida para cada sílaba)
- Procurar palavras que rimem com a palavra-chave: escola/mola/sola/bola/cola.
- Organizar listas de palavras que contêm sílabas iguais. Dar e pedir exemplos e organizar as listas no quadro. A disposição das palavras e o uso do giz de cor ajudam a destacar as sílabas.
Es cola
Es tudante
Es cravo
FORMAÇÃO DE NOVAS PALAVRAS E FRASES:
Se o aluno realizar as atividades sugeridas até aqui, provavelmente perceberá que as sílabas são unidades menores da língua falada, que se unem para formar palavras.
Possivelmente terá compreendido que as letras têm a função de representar sons, embora não conheça o valor sonoro de cada uma. Novas palavras serão formadas gradativamente, dependendo do repertório formado de palavras-chave e de outras, descobertas pelos alunos.
À medida que os textos trazem novas palavras-chave e , consequentemente, o conhecimento de novas sílabas, fica fácil criar atividades para formação de novas palavras e frases.
Sugestões:
- Fazer cartõezinhos com as sílabas das palavras-chave e pedir aos alunos que formem novas palavras (atividade individual ou em grupo).
- Recortar as letras de jornais velhos e compor palavras.
- Com o mesmo propósito da atividade anterior, usar letras móveis de plástico, madeira ou papelão.
- Formar frases (oralmente) com as novas palavras e registrá-las no quadro. Selecionar algumas delas para o mural .
CRIAÇÃO COLETIVA DE NOVOS TEXTOS:
À medida que forem aprendendo palavras novas, os alunos podem partir para a criação coletiva ou individual de novos textos. Os textos que mais agradarem à turma devem ser xerocados ou copiados pelos alunos, para formarem uma coletânea de textos.
Criar um sistema de correspondência escolar ( entre escolas distantes ou turmas da mesma escola) é ótimo incentivo para a criação de textos.
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
Não é recente a idéia de alfabetizar a partir de textos. Por volta do final do século XIX, educadores norte-americanos, conhecedores do interesse das crianças pelas narrativas e de sua capacidade para memorizar rapidamente as histórias ouvidas, criaram o método da historieta ou do conto. Com a ajuda do professor, os alunos criavam um texto para relatar um fato interessante ou para contar uma história. Geralmente, o professor lançava mão de desenhos para ilustrar as sucessivas frases e assim facilitar a memorização dos respectivos significados. A partir desse texto, chegava-se à análise das frases, das palavras, das sílabas e, finalmente, às letras.
Nas primeiras décadas do século XX, o educador francês Celestin Freinet criou e divulgou seu método de alfabetização a partir do texto, conhecido como método natural Freinet.
Freinet estimulava os alunos a produzirem seus próprios textos, primeiro oralmente, depois por escrito. A alfabetização se fazia de forma assistemática, pelo processo de descoberta de regularidades na escrita.
Freinet percebia a importância de aprender a leitura e a escrita em situações funcionais e para isso criou as técnicas do jornal escolar e da correspondência interescolar.
Seus livros permanecem muito atuais e constituem uma fonte de consulta importante para o professor que deseja alfabetizar a partir dos textos.
Nos primeiros passos em direção à alfabetização, o aluno vai abordar o texto não para dominar o mecanismo da leitura, mas para aprender alguns fatos sobre o sistema da escrita e, possivelmente, descobrir algumas relações entre a escrita e a fala. Continuando a lidar com textos, seus conhecimentos se ampliarão. Aprenderá sobre os usos sociais da escrita e os diferentes tipos de organização textual. Pouco a pouco, será capaz de reconhecer, num relance, certas palavras que se repetem muito. Em algum momento, descobrirá que as letras se relacionam com sons: estará fechado o círculo que vai do texto à letra. A aprendizagem por meio do texto é altamente motivadora porque dá ao aluno impressão de que ele caminha rápido para chegar ao que interessa: a compreensão de uma mensagem.
O texto é o ponto central de uma proposta pedagógica, pois é ele que tem o significado e permite a inferência, dedução e compreensão na leitura e na escrita. O registro e a leitura de tudo o que for possível em atividades desenvolvidas pelas crianças, como listagem de nomes e palavras, letras do alfabeto frases, textos coletivos etc , passam a ser elementos de investigação cotidiana.
O mais importante é que o texto tenha sentido e interesse para a turma. Palavras “fáceis”e “difíceis” aparecem juntas e serão assimiladas pelos alunos.
Um tipo adequado de texto é aquele escrito pelo professor, que registra, em poucas linhas, um fato interessante, uma observação ou comentário feito por um aluno, um caso acontecido na sala de aula, e assim por diante. Outras opções são histórias infantis, anúncios, poesias, letras de música, um repertório inesgotável.
O primeiro passo é escolher um texto adequado aos interesses da turma e escrevê-lo numa folha grande de papel. Letras bastão, ou ainda maiúsculas, de imprensa, são mais fáceis para o leitor iniciante do que a letra cursiva.
A exploração de textos diversificados é uma prática pedagógica que proporciona o desenvolvimento da expressividade, do uso funcional da linguagem, da leitura e da reflexão do mundo.
Uma pequena história ou notícia de jornal são exemplos de textos curtos, adequados para essa atividade. É importante que haja um título, a partir do qual já se podem criar expectativas sobre o que está escrito.
Começando pela leitura do título, o professor pode conversar informalmente com os alunos: qual será o assunto que vamos encontrar ou que podemos esperar de um texto com esse título? Se for uma história conhecida, quem serão provavelmente os personagens?
Se for uma notícia de jornal, o que terá acontecido?
Em seguida, ler o texto completo em voz alta, fazendo comparações entre o que se esperava encontrar com o que realmente apareceu. À medida que se repete esta atividade, vale a pena comparar o texto novo com outros já conhecidos. Por exemplo, comparando duas histórias, observam-se semelhanças no modo de escrever. O mesmo tipo de análise comparativa pode ser feita com diferentes tipos de texto, como notícias de jornal e outros.
Em resumo, trata-se de mostrar aos alunos que textos do mesmo gênero têm características comuns. Se este trabalho for realizado freqüentemente, desde o início da alfabetização, os alunos ficarão preparados para saber o que podem esperar de determinada leitura: É o primeiro passo para a formação de leitores críticos. Outra vantagem é que quando souberem escrever, escreverão melhor.
O texto é o ponto central de uma proposta pedagógica, pois é ele que tem o significado e permite a inferência, dedução e compreensão na leitura e na escrita. O registro e a leitura de tudo o que for possível em atividades desenvolvidas pelas crianças, como listagem de nomes e palavras, letras do alfabeto frases, textos coletivos etc , passam a ser elementos de investigação cotidiana.
O mais importante é que o texto tenha sentido e interesse para a turma. Palavras “fáceis”e “difíceis” aparecem juntas e serão assimiladas pelos alunos.
Um tipo adequado de texto é aquele escrito pelo professor, que registra, em poucas linhas, um fato interessante, uma observação ou comentário feito por um aluno, um caso acontecido na sala de aula, e assim por diante. Outras opções são histórias infantis, anúncios, poesias, letras de música, um repertório inesgotável.
O primeiro passo é escolher um texto adequado aos interesses da turma e escrevê-lo numa folha grande de papel. Letras bastão, ou ainda maiúsculas, de imprensa, são mais fáceis para o leitor iniciante do que a letra cursiva.
A exploração de textos diversificados é uma prática pedagógica que proporciona o desenvolvimento da expressividade, do uso funcional da linguagem, da leitura e da reflexão do mundo.
Uma pequena história ou notícia de jornal são exemplos de textos curtos, adequados para essa atividade. É importante que haja um título, a partir do qual já se podem criar expectativas sobre o que está escrito.
Começando pela leitura do título, o professor pode conversar informalmente com os alunos: qual será o assunto que vamos encontrar ou que podemos esperar de um texto com esse título? Se for uma história conhecida, quem serão provavelmente os personagens?
Se for uma notícia de jornal, o que terá acontecido?
Em seguida, ler o texto completo em voz alta, fazendo comparações entre o que se esperava encontrar com o que realmente apareceu. À medida que se repete esta atividade, vale a pena comparar o texto novo com outros já conhecidos. Por exemplo, comparando duas histórias, observam-se semelhanças no modo de escrever. O mesmo tipo de análise comparativa pode ser feita com diferentes tipos de texto, como notícias de jornal e outros.
Em resumo, trata-se de mostrar aos alunos que textos do mesmo gênero têm características comuns. Se este trabalho for realizado freqüentemente, desde o início da alfabetização, os alunos ficarão preparados para saber o que podem esperar de determinada leitura: É o primeiro passo para a formação de leitores críticos. Outra vantagem é que quando souberem escrever, escreverão melhor.
SUGESTÕES DE ATIVIDADES
- Escrever uma poesia curta e ler várias vezes, até que os alunos a aprendam de cor. Pedir para localizarem esta ou aquela palavra no texto.
- Fazer o mesmo com letras de música conhecidas, com provérbios, frases de pára-choques de caminhão etc.
- Depois de ler um texto em voz alta, apreciando seu significado, pedir aos alunos para descobrirem qual é a palavra, ou palavras, que nele se repetem.
- Pedir aos alunos que guardem na memória, para repetir na classe, uma frase que ouviram antes de chegar à escola. As frases serão escritas na lousa e comentadas por todos: quem disse, onde disse, por que disse. Em seguida, serão analisados: número de palavras, número de espaços entre as palavras, pontuação, existência de palavras iguais.
- Exploração do título e formulação de hipóteses sobre o tema geral e os significados prováveis do texto.
- Troca de idéias com a turma sobre o que compreenderam da leitura.Busca de relações entre o texto e os conhecimentos e experiências dos alunos.
- Identificação do gênero do texto.
- Leitura didática feita pelo professor que aponta as palavras uma a uma. A turma acompanha e repete.
- Observação de aspectos formais da escrita como sistema de representação: direção ( da esquerda para a direita), limites gráficos das frases ( onde começam e onde terminam), número de frases, uso de maiúsculas e minúsculas, pontuação, espaços entre as palavras.
- Repetição da leitura do texto, ora pela turma toda, ora por um único aluno.
Do ponto de vista da compreensão do mecanismo da leitura, o ideal é que o aluno, praticando essas atividades, seja capaz de relacionar as unidades sonoras com as unidades gráficas, ou seja, saber que a cada palavra dita por ele corresponde uma palavra no papel.
DECOMPONDO O TEXTO:
O objetivo desta etapa é o reconhecimento de cada uma das frases que compõem o texto. Trata-se ainda de uma leitura global. As frases serão inicialmente reconhecidas por um ou mais detalhes que atraiam a atenção dos alunos, como o número de palavras, a forma de determinada letra, a presença de uma palavra conhecida, e assim por diante.
Sugestão de atividades:
- Escrever as frases em tiras de papel ou cartolina. Pedir ao aluno que as arrume na ordem em que aparecem no texto.
- Alterar a ordem das frases e levar a turma a verificar o que acontece.
- Dizer uma frase em voz alta e pedir ao aluno que encontre a tira correspondente.
- Esconder uma das tiras e pedir ao aluno que descubra a frase que está faltando.
- Deixar os alunos trabalharem em grupo com as tiras, criando suas próprias atividades.
ANÁLISE DAS PALAVRAS:
O professor escolhe no texto três ou quatro palavras ( palavras-chave) que serão primeiro memorizadas, globalmente, depois analisadas e comparadas com outras, de maneira que a atenção do aluno seja dirigida para as relações entre sons e letras.
Sugestão de atividades:
- Escrever as palavras em cartões (conhecidos como cartões-relâmpago) do mesmo tamanho e mostrá-los à turma para leitura oral . O objetivo é que o reconhecimento das palavras seja imediato, o mais rápido possível.
- Chamar os alunos na lousa para apontar no texto a palavra pedida pelo professor ou por um colega que faz o papel do professor.
- Fazer o mesmo exercício (assinalar determinada palavra) em cópias feitas para o aluno.
- Mímica ou é proibido falar: Um aluno representa por mímica o sentido da palavra e outro deve escrevê-la na lousa.
- Concurso de frases:Os alunos formam frases oralmente e o professor as escreve na lousa, destacando a palavra-chave. A turma escolhe a frase mais bonita , que será escrita num cartaz e colocada num mural.
- Detetive: Procurar as palavras-chave em jornais velhos, revistas etc. Recortá-las e colá-las num cartaz intitulado “ Procura-se a palavra ...”
- Coleção de caixinhas: Cortar pedaços de papel do tamanho de uma caixa de fósforos, nos quais os alunos escrevem as palavras-chave e colam sobre caixinhas de fósforos vazias. À medida que aumentam suas coleções, as próprias crianças criam brincadeiras com as caixinhas ( trenzinho de palavras, dominós, torres de palavras etc.
- Palavras cruzadas ( adaptação): O professor lê as definições.
1. Nome de mulher ( MARIA )
2. Lugar onde se estuda ( ESCOLA)
3. Uma fruta ( MAÇÃ)
- Nosso primeiro dicionário:
Um aluno escreve a palavra-chave em letras grandes, no alto da página ( papel ofício). A seguir, copia uma frase em que aparece a palavra e ilustra o trabalho. Reunindo estas folhas por ordem alfabética, o professor formará o primeiro dicionário da turma.
- Passa palavra ( adaptação da brincadeira de passar o anel):
A palavra é escrita num pedacinho de papel que é dobrado e servirá para substituir o anel.
A criança que recebe o papelzinho deve ler em voz alta a palavra recebida. Se acertar, tem o direito de escolher outra palavra, escrevê-la num papelzinho e prosseguir a brincadeira.
- Segredinho:
Na hora da saída, o professor coloca no bolso de três ou quatro crianças um papel dobrado com uma palavra-chave, pedindo-lhes que leiam em casa várias vezes. No dia seguinte, os escolhidos vão à frente da turma ler as palavras que levaram.
- Histórias malucas:
É uma brincadeira divertida, a criação coletiva de histórias.O professor escreve a palavra-chave num papel e a esconde da turma. Pede a um aluno que sugira outra palavra qualquer.
Em seguida, o professor revela a palavra-chave. Tem-se uma dupla de palavras, com as quais o professor começa a brincar, fazendo associações entre elas. Usar diferentes preposições para ligar as palavras pode trazer resultados interessantes. Os alunos dão prosseguimento à história. Exemplo:
Palavra-chave: escola
Palavra sugerida pelo aluno: avião
Algumas ligações possíveis: escola e avião
avião com escola
avião na escola
avião sobre a escola
escola no avião etc.
Cria-se a história com as associações.
EXERCÍCIOS PARA ANÁLISE DAS PALAVRAS:
- Contar as sílabas oralmente. Batucar o número de sílabas ( uma batida para cada sílaba)
- Procurar palavras que rimem com a palavra-chave: escola/mola/sola/bola/cola.
- Organizar listas de palavras que contêm sílabas iguais. Dar e pedir exemplos e organizar as listas no quadro. A disposição das palavras e o uso do giz de cor ajudam a destacar as sílabas.
Es cola
Es tudante
Es cravo
FORMAÇÃO DE NOVAS PALAVRAS E FRASES:
Se o aluno realizar as atividades sugeridas até aqui, provavelmente perceberá que as sílabas são unidades menores da língua falada, que se unem para formar palavras.
Possivelmente terá compreendido que as letras têm a função de representar sons, embora não conheça o valor sonoro de cada uma. Novas palavras serão formadas gradativamente, dependendo do repertório formado de palavras-chave e de outras, descobertas pelos alunos.
À medida que os textos trazem novas palavras-chave e , consequentemente, o conhecimento de novas sílabas, fica fácil criar atividades para formação de novas palavras e frases.
Sugestões:
- Fazer cartõezinhos com as sílabas das palavras-chave e pedir aos alunos que formem novas palavras (atividade individual ou em grupo).
- Recortar as letras de jornais velhos e compor palavras.
- Com o mesmo propósito da atividade anterior, usar letras móveis de plástico, madeira ou papelão.
- Formar frases (oralmente) com as novas palavras e registrá-las no quadro. Selecionar algumas delas para o mural .
CRIAÇÃO COLETIVA DE NOVOS TEXTOS:
À medida que forem aprendendo palavras novas, os alunos podem partir para a criação coletiva ou individual de novos textos. Os textos que mais agradarem à turma devem ser xerocados ou copiados pelos alunos, para formarem uma coletânea de textos.
Criar um sistema de correspondência escolar ( entre escolas distantes ou turmas da mesma escola) é ótimo incentivo para a criação de textos.
Propostas para criação coletiva de textos:
- Criar um anúncio.
- Inventar uma pequena história com duas ou mais palavras dadas.
- Dar um título a uma história iniciada pelo professor.
- Modificar o final de uma história dada.
- Criar um acróstico para homenagear um colega.
- Fazer uma lista de compras.
- Escrever um bilhete, uma carta.
- Escrever uma quadrinha, uma poesia.
Visto que a criação é feita oralmente, os alunos não precisam estar completamente alfabetizados para realizar as atividades acima. Palavras já conhecidas não apresentam problema, as demais são escritas pelo professor. Se esperarmos que as crianças dominem a gramática e a ortografia, para só então começarem a escrever, o mais provável é que quando chegar a hora (se chegar), eles tenham perdido o interesse. É justamente por causa do ensino tradicional, que adia ao máximo a produção de textos, que tantas pessoas alfabetizadas , e mesmo com muitos anos de escolaridade, consideram-se incapazes de escrever.
- Criar um anúncio.
- Inventar uma pequena história com duas ou mais palavras dadas.
- Dar um título a uma história iniciada pelo professor.
- Modificar o final de uma história dada.
- Criar um acróstico para homenagear um colega.
- Fazer uma lista de compras.
- Escrever um bilhete, uma carta.
- Escrever uma quadrinha, uma poesia.
Visto que a criação é feita oralmente, os alunos não precisam estar completamente alfabetizados para realizar as atividades acima. Palavras já conhecidas não apresentam problema, as demais são escritas pelo professor. Se esperarmos que as crianças dominem a gramática e a ortografia, para só então começarem a escrever, o mais provável é que quando chegar a hora (se chegar), eles tenham perdido o interesse. É justamente por causa do ensino tradicional, que adia ao máximo a produção de textos, que tantas pessoas alfabetizadas , e mesmo com muitos anos de escolaridade, consideram-se incapazes de escrever.
INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES:
Não é recente a idéia de alfabetizar a partir de textos. Por volta do final do século XIX, educadores norte-americanos, conhecedores do interesse das crianças pelas narrativas e de sua capacidade para memorizar rapidamente as histórias ouvidas, criaram o método da historieta ou do conto. Com a ajuda do professor, os alunos criavam um texto para relatar um fato interessante ou para contar uma história. Geralmente, o professor lançava mão de desenhos para ilustrar as sucessivas frases e assim facilitar a memorização dos respectivos significados. A partir desse texto, chegava-se à análise das frases, das palavras, das sílabas e, finalmente, às letras.
Nas primeiras décadas do século XX, o educador francês Celestin Freinet criou e divulgou seu método de alfabetização a partir do texto, conhecido como método natural Freinet.
Freinet estimulava os alunos a produzirem seus próprios textos, primeiro oralmente, depois por escrito. A alfabetização se fazia de forma assistemática, pelo processo de descoberta de regularidades na escrita.
Freinet percebia a importância de aprender a leitura e a escrita em situações funcionais e para isso criou as técnicas do jornal escolar e da correspondência interescolar.
Seus livros permanecem muito atuais e constituem uma fonte de consulta importante para o professor que deseja alfabetizar a partir dos textos.
Pré -Silábico: Trabalhar com nomes próprios; alfabeto móvel (montar palavras de alguma poesia já conhecida pelos alunos); escrita espontânea '' listas'' (frutas, animais, objetos...); seqüência alfabética; quebra-cabeça de palavras (nomes, frutas, animais...); recorte e colagem de palavras; rótulos; parlendas e quadrinhas; observação de quantidade de letras entre palavras grandes e pequenas.
Silábico: Quebra-cabeça com palavras (poesias, parlendas. ..); jogo da memória; trabalhar palavras chaves, contar letras e sílabas; jogo da forca; bingo de palavras; alfabeto móvel; receitas; escrita espontânea; músicas, poesias, adivinhas; dicionário ilustrado.
Silábico-Alfabético: Textos coletivos; acrósticos; cruzadinhas; caça-palavras; textos, músicas, parlendas, quadrinhas fatiados.
Alfabéticos: Textos coletivos; escrita e leitura de textos diversos; cruzadinha com desafios, bilhetes, montar livro com estrofes de poesias; notícias; criar histórias a partir de outras.Uma atividade legal também é o ditado (de criança para criança), onde podemos trabalhar as duplas produtivas.
Silábico: Quebra-cabeça com palavras (poesias, parlendas. ..); jogo da memória; trabalhar palavras chaves, contar letras e sílabas; jogo da forca; bingo de palavras; alfabeto móvel; receitas; escrita espontânea; músicas, poesias, adivinhas; dicionário ilustrado.
Silábico-Alfabético: Textos coletivos; acrósticos; cruzadinhas; caça-palavras; textos, músicas, parlendas, quadrinhas fatiados.
Alfabéticos: Textos coletivos; escrita e leitura de textos diversos; cruzadinha com desafios, bilhetes, montar livro com estrofes de poesias; notícias; criar histórias a partir de outras.Uma atividade legal também é o ditado (de criança para criança), onde podemos trabalhar as duplas produtivas.
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letramento
domingo, 29 de janeiro de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
PEQUENOS TEXTOS PARA ALFABETIZAÇÃO
VALSA DAS PULGAS
RUTH ROCHA
AS PULGAS DANÇANDO
NO MEIO DA RUA
DÃO PULOS E PULOS
SOB A LUZ DA LUA.
NO BAILE DAS PULGAS
O PASSO É ASSIM:
TRÊS PASSOS PRA UM LADO
E ENTRA O CUPIM.
CUPIM DÁ TRÊS PASSOS
PRA LÁ E PRA CÁ
E A PULGA CONTENTE
TOMA GUARANÁ.
QUEM TOCA A VALSINHA
É O SABIÁ
E AS PULGAS PULANDO
PRA LÁ E PRA CÁ.
O GATO
MARINA COLASANTI
NO ALTO DO MURO
PULANDO NO ESCURO
MIANDO NO MATO
ENTRANDO EM APURO
É O GATO, SEGURO.
DE ANTIGO PASSADO
E JEITO FUTURO
MOVIMENTO PURO
AR SOFISTICADO
É O GATO, DE FATO.
SÓ PODE SER GATO
ESSE BICHO EXATO
ACROBATA NATO
QUE SÓ CAI DE QUATRO.
TOLAS PERGUNTAS
ELIAS JOSÉ
ONDE ESTARÁ O RATO
QUE SE ESCONDEU NO MEU SAPATO?
ONDE ESTARÁ O MEU SAPATO
QUE ESCONDI PERTO DO GATO?
ONDE ESTARÁ O GATO
QUE MIAVA CHAMANDO O PATO?
ONDE ESTARÁ O PATO
QUE NADAVA FEITO UM PEIXE?
ONDE ESTARÁ O PEIXE
QUE NADOU NO FUNDO DO RIO?
ONDE ESTARÁ O RIO
QUE CAMINHAVA PARA O MAR?
O RIO VIROU MAR
QUE DEIXOU ENCANTADOS
O RATO, O GATO, O PATO E O PEIXE.
A MINHOCA
ELIAS JOSÉ
A MINHOCA SAI DA TOCA
E SE ESTICA E SE ENROSCA.
O PESCADOR QUER PEGAR
A POBRE DA MINHOCA.
A GALINHA QUER COMER
A SABOROSA MINHOCA.
O MOLEQUE QUER ESPREMER
PRA SEPARAR TERRA E MINHOCA.
A MINHOCA, QUE NÃO É TONTA,
LOGO SE ESTICA E SE ENROSCA.
A TERRA ENTERRA A MINHOCA
E NINGUÉM VIU A SUA TOCA.
TRAVA-LÍNGUAS
UM TIGRE,
DOIS TIGRES,
TRÊS TIGRES.
QUEM A PACA CARA COMPRA,
CARA A PACA PAGARÁ.
LÁ VEM O VELHO FÉLIX
COM UM FOLE VELHO NAS COSTAS
TANTO FALA O VELHO FÉLIX
COMO O FOLE DO VELHO FÉLIX FALA.
O CAJU DO JUCA
E A JACA DO CAJU
O JACÁ DA JUJU
E O CAJU DO CACÁ.
DEBAIXO DA PIA
TEM UM PINTO
QUANTO MAIS A PIA PINGA
O PINTO PIA.
O RATO ROEU
A ROUPA DO REI DE ROMA.
BAGRE BRANCO,
BRANCO BAGRE.
JARARACA
É CARAJÁ.
JACA CARA
É JACARÉ.
VÉIA GUDÉIA DE GURRUNFÉIA
DE MARACUTÉIA XIRINGABUTÉIA.
CADÊ NOSSO GATO
XIRINGABUTATO DE GURRUNFATO
DE MARACUTATO?
VÉIO GUDÉIO DE GURRUNFÉIO
DE MARACUTÉIO XIRINGABUTÉIO.
CADÊ NOSSO COELHO
XIRINGABUTELHO DE GURRUNFELHO
DE MARACUTELHO ?
CATIRIPAPOU!
SABIAS QUE O SABIÁ
SABIA ASSOBIAR?
CHUCHU ROXO
EM TACHO SUJO.
A ARARA DE IARA,
IARA AMARRA
A RARA ARARA
DE ARARAQUARA.
TRÊS DRAGÕES GRADUADOS.
O TEMPO PERGUNTOU AO TEMPO
QUANTO TEMPO O TEMPO TEM.
O TEMPO RESPONDEU AO TEMPO
QUE O TEMPO TEM TANTO TEMPO
QUANTO O TEMPO TEM.
O DOCE PERGUNTOU AO DOCE
QUAL É O DOCE MAIS DOCE.
O DOCE RESPONDEU AO DOCE
QUE O DOCE MAIS DOCE
É O DOCE DE BATATA DOCE.
O RATO ROEU A RAPADURA E SE
ARREPENDEU E DIZ QUE SÓ RAPA
AGORA SE FOR RAPAMOLE.
O QUE É O QUE É?
1. SEMPRE ANDA NA SUA FRENTE?
2. CRU NÃO HÁ E COZIDO NÃO SE COME?
3. UMA CASA BRANCA COM VINTE PESSOAS DENTRO E UMA SÓ PORTA?
4. NO CAMPO É VERDE, NO CAMINHO É PRETO, NA CASA É VERMELHA?
5. QUE ENCHE DE NOITE E ESVAZIA DE DIA?
6. QUE ENXERGA E NÃO TEM OLHOS, FALA E NÃO TEM BOCA, ANDA E NÃO TEM PÉS?
7. COM A BOCA PRA CIMA ESTÁ VAZIO, COM A BOCA PRABAIXO ESTÁ CHEIO?
8. QUE QUANTO MAIS SE PUXA, MAIS ENCOLHE?
9. QUE COME A TRIPA E AINDA CHUPA O SANGUE?
10. QUE TEM DENTES, PERDE OS DENTES, MAS NUNCA VAI AO DENTISTA?
11. VOANDO DE MÃO EM MÃO SOFRE GOLPES BEM BATIDOS: OBRIGA A SALTOS REPETIDOS A QUEM LHES QUER DAR A MÃO?
12. UM ELEFANTE NEGRO COM OS DENTES BRANCOS?
13. QUE SÓ ANDA QUANDO A GENTE BATE NA CABEÇA?
14. QUE TEM QUARTOS E NÃO TEM SALA, TEM MEIAS E NÃO TEM PÉS?
15. QUE SE TIRA ANTES DE RECEBER?
16. QUE COM GORDURA NÃO PRESTA E SEM GORDURA NÃO SE FAZ?
17. CHEIO DE DIA E VAZIO DE NOITE AOS PÉS DA CAMA?
18. MASTIGA, MASTIGA E PÕE FORA?
19. QUE ANDAM SEMPRE JUNTOS E NUNCA SE ENCONTRAM?
20. É VERDE E NÃO É PLANTA, FALA E NÃO É GENTE?
21. NÃO TEM PÉ E CORRE, TEM LEITO E NÃO DORME?
22. TEM ESCAMAS E NÃO É PEIXE, TEM COROA E NÃO É REI?
23. NA ÁGUA NASCI, NA ÁGUA ME CRIEI, SE NA ÁGUA ME JOGAREM, NA ÁGUA MORREREI?
24 UMA BOLA BEM FEITA, DE BOM PARECER, NÃO HÁ CARAPINA QUE SAIBA FAZER?
25. POR CIMA DE UMA LINHA: QUAL O PEIXE DO MAR QUE NÃO TEM ESPINHA?
26. TEM COROA E NÃO É REI,TEM ESPORAS E NÃO É CAVALEIRO?
27. TEM BARBA E NÃO É HOMEM, TEM DENTES E NÃO É GENTE?
28. RESPONDA DEPRESSA, NÃO SEJA BOCÓ, TEM NO POMAR E NO SEU PALETÓ?
29 .NO ALTO MORA, NO ALTO FICA, TODOS O OUVEM, NINGUÉM O ADORA?
30. TEM OLHOS, MAS NÃO VÊ, TEM BOCA, MAS NÃO FALA, TEM BRAÇOS, MAS NÃO ABRAÇA, TEM PÉS, MAS NÃO ANDA?
31. TEM CHAPÉU, MAS NÃO TEM CABEÇA, TEM BOCA, MAS NÃO FALA, TEM ASAS, MAS NÃO VOA, TEM BICO, MAS NÃO BELISCA?
32. UMA CAIXINHA DE BOM PARECER, NÃO HÁ CARPINTEIRO QUE SAIBA FAZER?
33. CAPINHA SOBRE CAPINHA, CAPINHA DO MESMO PANO, SE EU NÃO TE DISSER AGORA, NÃO ACERTAS NEM PARA O ANO?
34 .ENCHE UMA CASA COMPLETA, MAS NÃO ENCHE UMA MÃO, AMARRADO PELAS COSTAS, ENTRA E SAI SEM TER PORTÃO?
35 .QUE SE PÕE EM CIMA DA MESA, PARTE-SE E SE REPARTE, MAS NÃO SE COME?
36. UMA PEDRINHA QUADRADA, QUER CHOVA, QUER FAÇA SOL, TODA VIDA É MOLHADA?
RESPOSTAS: 1- CAMINHO; 2- SABÃO; 3- CIGARROS; 4- CARVÃO;
5- CASA; 6- CARTA; 7- CHAPÉU; 8- CIGARRO; 9- LAMPIÃO OU LAMPARINA; 10- PENTE; 11- PETECA; 12- PIANO; 13- PREGO; 14-RELÓGIO; 15- RETRATO; 16-SABÃO; 17- SAPATO; 18- TESOURA; 19- TRILHOS DE ESTRADA DE FERRO. 20- PAPAGAIO; 21- RIO; 22- ABACAXI. 23- SAL; 24- LUA; 25- POLVO; 26- GALO; 27- ALHO; 28- MANGA; 29- RELÓGIO; 30- BONECA; 31- BULE; 32- AMENDOIM; 33- CEBOLA; 34- BOTÃO; 35- BARALHO; 36- DENTE.
RUTH ROCHA
AS PULGAS DANÇANDO
NO MEIO DA RUA
DÃO PULOS E PULOS
SOB A LUZ DA LUA.
NO BAILE DAS PULGAS
O PASSO É ASSIM:
TRÊS PASSOS PRA UM LADO
E ENTRA O CUPIM.
CUPIM DÁ TRÊS PASSOS
PRA LÁ E PRA CÁ
E A PULGA CONTENTE
TOMA GUARANÁ.
QUEM TOCA A VALSINHA
É O SABIÁ
E AS PULGAS PULANDO
PRA LÁ E PRA CÁ.
O GATO
MARINA COLASANTI
NO ALTO DO MURO
PULANDO NO ESCURO
MIANDO NO MATO
ENTRANDO EM APURO
É O GATO, SEGURO.
DE ANTIGO PASSADO
E JEITO FUTURO
MOVIMENTO PURO
AR SOFISTICADO
É O GATO, DE FATO.
SÓ PODE SER GATO
ESSE BICHO EXATO
ACROBATA NATO
QUE SÓ CAI DE QUATRO.
TOLAS PERGUNTAS
ELIAS JOSÉ
ONDE ESTARÁ O RATO
QUE SE ESCONDEU NO MEU SAPATO?
ONDE ESTARÁ O MEU SAPATO
QUE ESCONDI PERTO DO GATO?
ONDE ESTARÁ O GATO
QUE MIAVA CHAMANDO O PATO?
ONDE ESTARÁ O PATO
QUE NADAVA FEITO UM PEIXE?
ONDE ESTARÁ O PEIXE
QUE NADOU NO FUNDO DO RIO?
ONDE ESTARÁ O RIO
QUE CAMINHAVA PARA O MAR?
O RIO VIROU MAR
QUE DEIXOU ENCANTADOS
O RATO, O GATO, O PATO E O PEIXE.
A MINHOCA
ELIAS JOSÉ
A MINHOCA SAI DA TOCA
E SE ESTICA E SE ENROSCA.
O PESCADOR QUER PEGAR
A POBRE DA MINHOCA.
A GALINHA QUER COMER
A SABOROSA MINHOCA.
O MOLEQUE QUER ESPREMER
PRA SEPARAR TERRA E MINHOCA.
A MINHOCA, QUE NÃO É TONTA,
LOGO SE ESTICA E SE ENROSCA.
A TERRA ENTERRA A MINHOCA
E NINGUÉM VIU A SUA TOCA.
TRAVA-LÍNGUAS
UM TIGRE,
DOIS TIGRES,
TRÊS TIGRES.
QUEM A PACA CARA COMPRA,
CARA A PACA PAGARÁ.
LÁ VEM O VELHO FÉLIX
COM UM FOLE VELHO NAS COSTAS
TANTO FALA O VELHO FÉLIX
COMO O FOLE DO VELHO FÉLIX FALA.
O CAJU DO JUCA
E A JACA DO CAJU
O JACÁ DA JUJU
E O CAJU DO CACÁ.
DEBAIXO DA PIA
TEM UM PINTO
QUANTO MAIS A PIA PINGA
O PINTO PIA.
O RATO ROEU
A ROUPA DO REI DE ROMA.
BAGRE BRANCO,
BRANCO BAGRE.
JARARACA
É CARAJÁ.
JACA CARA
É JACARÉ.
VÉIA GUDÉIA DE GURRUNFÉIA
DE MARACUTÉIA XIRINGABUTÉIA.
CADÊ NOSSO GATO
XIRINGABUTATO DE GURRUNFATO
DE MARACUTATO?
VÉIO GUDÉIO DE GURRUNFÉIO
DE MARACUTÉIO XIRINGABUTÉIO.
CADÊ NOSSO COELHO
XIRINGABUTELHO DE GURRUNFELHO
DE MARACUTELHO ?
CATIRIPAPOU!
SABIAS QUE O SABIÁ
SABIA ASSOBIAR?
CHUCHU ROXO
EM TACHO SUJO.
A ARARA DE IARA,
IARA AMARRA
A RARA ARARA
DE ARARAQUARA.
TRÊS DRAGÕES GRADUADOS.
O TEMPO PERGUNTOU AO TEMPO
QUANTO TEMPO O TEMPO TEM.
O TEMPO RESPONDEU AO TEMPO
QUE O TEMPO TEM TANTO TEMPO
QUANTO O TEMPO TEM.
O DOCE PERGUNTOU AO DOCE
QUAL É O DOCE MAIS DOCE.
O DOCE RESPONDEU AO DOCE
QUE O DOCE MAIS DOCE
É O DOCE DE BATATA DOCE.
O RATO ROEU A RAPADURA E SE
ARREPENDEU E DIZ QUE SÓ RAPA
AGORA SE FOR RAPAMOLE.
O QUE É O QUE É?
1. SEMPRE ANDA NA SUA FRENTE?
2. CRU NÃO HÁ E COZIDO NÃO SE COME?
3. UMA CASA BRANCA COM VINTE PESSOAS DENTRO E UMA SÓ PORTA?
4. NO CAMPO É VERDE, NO CAMINHO É PRETO, NA CASA É VERMELHA?
5. QUE ENCHE DE NOITE E ESVAZIA DE DIA?
6. QUE ENXERGA E NÃO TEM OLHOS, FALA E NÃO TEM BOCA, ANDA E NÃO TEM PÉS?
7. COM A BOCA PRA CIMA ESTÁ VAZIO, COM A BOCA PRABAIXO ESTÁ CHEIO?
8. QUE QUANTO MAIS SE PUXA, MAIS ENCOLHE?
9. QUE COME A TRIPA E AINDA CHUPA O SANGUE?
10. QUE TEM DENTES, PERDE OS DENTES, MAS NUNCA VAI AO DENTISTA?
11. VOANDO DE MÃO EM MÃO SOFRE GOLPES BEM BATIDOS: OBRIGA A SALTOS REPETIDOS A QUEM LHES QUER DAR A MÃO?
12. UM ELEFANTE NEGRO COM OS DENTES BRANCOS?
13. QUE SÓ ANDA QUANDO A GENTE BATE NA CABEÇA?
14. QUE TEM QUARTOS E NÃO TEM SALA, TEM MEIAS E NÃO TEM PÉS?
15. QUE SE TIRA ANTES DE RECEBER?
16. QUE COM GORDURA NÃO PRESTA E SEM GORDURA NÃO SE FAZ?
17. CHEIO DE DIA E VAZIO DE NOITE AOS PÉS DA CAMA?
18. MASTIGA, MASTIGA E PÕE FORA?
19. QUE ANDAM SEMPRE JUNTOS E NUNCA SE ENCONTRAM?
20. É VERDE E NÃO É PLANTA, FALA E NÃO É GENTE?
21. NÃO TEM PÉ E CORRE, TEM LEITO E NÃO DORME?
22. TEM ESCAMAS E NÃO É PEIXE, TEM COROA E NÃO É REI?
23. NA ÁGUA NASCI, NA ÁGUA ME CRIEI, SE NA ÁGUA ME JOGAREM, NA ÁGUA MORREREI?
24 UMA BOLA BEM FEITA, DE BOM PARECER, NÃO HÁ CARAPINA QUE SAIBA FAZER?
25. POR CIMA DE UMA LINHA: QUAL O PEIXE DO MAR QUE NÃO TEM ESPINHA?
26. TEM COROA E NÃO É REI,TEM ESPORAS E NÃO É CAVALEIRO?
27. TEM BARBA E NÃO É HOMEM, TEM DENTES E NÃO É GENTE?
28. RESPONDA DEPRESSA, NÃO SEJA BOCÓ, TEM NO POMAR E NO SEU PALETÓ?
29 .NO ALTO MORA, NO ALTO FICA, TODOS O OUVEM, NINGUÉM O ADORA?
30. TEM OLHOS, MAS NÃO VÊ, TEM BOCA, MAS NÃO FALA, TEM BRAÇOS, MAS NÃO ABRAÇA, TEM PÉS, MAS NÃO ANDA?
31. TEM CHAPÉU, MAS NÃO TEM CABEÇA, TEM BOCA, MAS NÃO FALA, TEM ASAS, MAS NÃO VOA, TEM BICO, MAS NÃO BELISCA?
32. UMA CAIXINHA DE BOM PARECER, NÃO HÁ CARPINTEIRO QUE SAIBA FAZER?
33. CAPINHA SOBRE CAPINHA, CAPINHA DO MESMO PANO, SE EU NÃO TE DISSER AGORA, NÃO ACERTAS NEM PARA O ANO?
34 .ENCHE UMA CASA COMPLETA, MAS NÃO ENCHE UMA MÃO, AMARRADO PELAS COSTAS, ENTRA E SAI SEM TER PORTÃO?
35 .QUE SE PÕE EM CIMA DA MESA, PARTE-SE E SE REPARTE, MAS NÃO SE COME?
36. UMA PEDRINHA QUADRADA, QUER CHOVA, QUER FAÇA SOL, TODA VIDA É MOLHADA?
RESPOSTAS: 1- CAMINHO; 2- SABÃO; 3- CIGARROS; 4- CARVÃO;
5- CASA; 6- CARTA; 7- CHAPÉU; 8- CIGARRO; 9- LAMPIÃO OU LAMPARINA; 10- PENTE; 11- PETECA; 12- PIANO; 13- PREGO; 14-RELÓGIO; 15- RETRATO; 16-SABÃO; 17- SAPATO; 18- TESOURA; 19- TRILHOS DE ESTRADA DE FERRO. 20- PAPAGAIO; 21- RIO; 22- ABACAXI. 23- SAL; 24- LUA; 25- POLVO; 26- GALO; 27- ALHO; 28- MANGA; 29- RELÓGIO; 30- BONECA; 31- BULE; 32- AMENDOIM; 33- CEBOLA; 34- BOTÃO; 35- BARALHO; 36- DENTE.
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
MESA DE ESTUDO PARA CRIANÇA - VOLTA ÀS AULAS
Não é demais?! Um quadro de giz que se transforma......pirlimpimpim....numa mesa de estudo! Quem teve essa ideia e ainda nos ensina como colocá-la em prática é a ANA WHITE.
Potes de tinta, lápis, giz de cera, tudo organizadinho nas prateleiras dessa mesa-armário-quadro de giz.
Tudo muito prático, sem mencionar a economia de espaço.
Apanhe as medidas (que poderão se adaptadas ao tamanho da sua criança), a lista de materiais e ferramentas e as instruções de montagem e faça você mesma, ou então, leve-as ao seu marceneiro. Sua criança vai gostar. Garanto.
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cotidiano escolar (utilidades),
decoração
domingo, 25 de dezembro de 2011
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
domingo, 18 de dezembro de 2011
COLEÇÃO DE NATAL (PARA IMPRIMIR)
Esse presentinho vem lá do blog Sweet little parties. Para obter o modelo tradicional (vermelho e verde), clique aqui. O modelo vintage (azul) está disponível aqui.
IMAGINAÇÃO E CRIATIVIDADE NA RECUPERAÇÃO DE MÓVEIS USADOS
Sabe aquela sua cômoda velha, que você já pensou em aposentar há tempos? Pois é!!! Olhe só a belezura que essa aí virou depois de umas demãos de tinta, um bom trabalho de decoupage (ou de pintura, para as mais afoitas e talentosas), aplicação de papel de parede no tampo e pezinhos de madeira. Note que as quatro gavetinhas foram retiradas e substituídas por cestinhas. Reparou nos nichos da parede? As duas gavetinhas vestiram-na como uma luva.
FONTE: Casa de Firulas
A casa que a minha avó queria
E veja mais essa aqui:
FONTE: Casa de Firulas
A casa que a minha avó queria
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decoração
CONVIDADO ESPECIAL
VAI UMA BALINHA AÍ? Marcando o lugar do seu convidado à mesa com doçura, bom gosto e simplicidade.
Corte cartolina colorida no formato oval, faça um furo em cada extremidade e escreva os nomes dos seus convidados com tinta preta. Introduza uma fita nos orifícios. Está pronto o seu cartão marca-lugar.
Leve um pouquinho da sua árvore de natal para a mesa.
FONTE
Leve um pouquinho da sua árvore de natal para a mesa.
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decoração
CASA MONTADA
Olhá só o que você pode fazer com um simples saquinho de papel! Encontrei esse mimo no blog CASA MONTADA e não resisti à tentação de postar aqui.
1-saquinho de papel,cola e tesoura (eu usei aquela zig-zag,só frescura porque é bem mole fazer ondinhas no papel,né?)
2- recorte as laterais como mostra a fota
3 e 4- abra a sacola e cole as alças.
Não precisa gastar muito $$ e tempo para deixar qualquer momento mais bonito.Monte a mesa qualquer dia da semana,crie um motivo, junte a família e seja feliz !♥
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