domingo, 6 de novembro de 2011

MATEMÁTICA LÚDICA É NO ACTILUDIS

Oba!!!!!!!Mais um achado excelente! ACTILUDIS. O nome já diz tudo. José M. de la Rosa Sánchez é o criador desse espaço, que nos oferece o que há de melhor na área do ensino da matemática. Estou certa de que  professores e  alunos vão descobrir que  aprender matemática não precisa ser um actitristis. Divirta-se!

 Exemplo de atividade encontrada no ACTILUDIS:

La máquina de los tapones (Para múltiples actividades)

En el blog “reciclando en la escuela” encontré una actividad para reconocer números mediante un juego bastante simple, pero llamativo. Se trata de pegar las bases de los tapones de los tetra bick de leche, zumo,…  en una tablilla y escribir o pegar sobre los tapones números o lo que se os ocurra. A partir de esta maravillosa idea he creado varios juegos para trabajar las matemáticas, inglés y música. Dejo la explicación de cómo hacerlo, los ejercicios preparados y las plantillas para poder generar más.
CONSTRUCCIÓN:
Si quieres que la tabla tenga las dimensiones de una hoja A4 al objeto de imprimir actividades para realizar por los alumnos/as, tal y como en las fotografías, las dimensiones deben ser 29 cm x 10 cm.
Necesitas: tablé o cartón duro de dichas dimensiones, 10 tapones de blick de leche, zumo, sopas,… por tabla, cola de contacto en gel y si quieres decorarla para que no se vea la tabla de madera, cartulina del color que quieras.
SUGERENCIAS:
Las posibilidades de esta máquina de tampones es múltiple, puedes jugar al bingo (ver el elaborado por Marta de “reciclando en la escuela) escribiendo o pegando los números del 0 al 100 en los tapones, hasta trabajar música, inglés o cálculo, para lo cual he preparado unas plantillas para imprimir y usar.
La tira de actividades puede contener la actividad que quieras a modo de pregunta a resolver con los tapones y se recomienda plastificar para una mayor duración y fijar en la tabla mediante un par de pinzas o clic. Además de las propuestas más adelante dejamos la plantilla vacía para crear más.
PLANT. PREGUNTAS   PLANT. TAPONES
Las plantillas que he creado para trabajar en distíntas áreas las puedes descargar desde este artículo

sábado, 5 de novembro de 2011

MATHEMA - LEITURA DE PROBLEMAS

Aprender a ler problemas em matemática
Kátia Stocco Smole é doutora em Educação pela FEUSP, na área de ensino de matemática. Maria Ignez Diniz é professora doutora do IME/USP e da FEUSP.
Ambas coordenam o grupo de formação e pesquisa Mathema, de São Paulo.

É freqüente os professores acreditarem que as dificuldades apresentadas por seus alunos em ler e interpretar um problema ou exercício de matemática, estejam associadas a pouca competência que eles têm para leitura. Também é comum a concepção de que se o aluno tivesse mais fluência na leitura nas aulas de língua materna, conseqüentemente ele seria um melhor leitor nas aulas de matemática.

Embora tais afirmações estejam em parte corretas, pois ler é um dos principais caminhos para ampliarmos nossa aprendizagem em qualquer área do conhecimento, consideramos que não basta atribuir as dificuldades dos alunos em ler problemas à sua pouca habilidade em ler nas aulas de português. A dificuldade que os alunos encontram em ler e compreender textos de problemas estão, entre outras coisas, ligadas a ausência de um trabalho pedagógico específico com o texto do problema, nas aulas de matemática.

O estilo nos quais geralmente os problemas de matemática são escritos, a falta de compreensão de um conceito envolvido no problema, o uso de termos específicos da matemática e que, portanto, não fazem parte do cotidiano do aluno, e mesmo palavras que têm significados diferentes na matemática e fora dela - total, diferença, ímpar, média, volume, produto - podem se constituir em obstáculos para que a compreensão ocorra.

Para que tais dificuldades sejam superadas e até, para que não surjam dificuldades é preciso alguns cuidados com a proposição dos problemas desde o início da escolarização até o final do Ensino Médio. Cuidados com a leitura que o professor faz do problema, cuidados em propor tarefas específicas de interpretação do texto de problemas, ter enfim um conjunto de intervenções didáticas destinadas exclusivamente a levar os alunos a lerem problemas de matemática com autonomia e compreensão.

Neste artigo pretendemos indicar algumas intervenções que temos utilizado em nossas ações junto a alunos e professores e que têm auxiliado a tornar os alunos melhores leitores de problemas.
A leitura dos problemas com
alunos no início da alfabetização
Quando os alunos ainda não são leitores o professor lê todo o problema para eles e, como leitor auxilia os alunos lendo o problema, garantindo que todos compreendam, cuidando para não enfatizar palavras chave e usar qualquer recurso que os impeça de buscar a solução por si mesmos. Mas há outros recursos dos quais o professor pode se valer para explorar alfabetização e matemática enquanto trabalha com problemas.

Um deles é escrever uma cópia do problema no quadro e fazer com os alunos uma leitura cuidadosa. Primeiro do problema todo, para que eles tenham idéia geral da situação, depois mais vagarosamente, para que percebam as palavras do texto, sua grafia e seu significado.

Propor o problema escrito e fazer questionamentos orais com a classe, como é comum que se faça durante a discussão de um texto, auxilia o trabalho inicial com problemas escritos:

  • quem pode me contar o problema novamente?
  • há alguma palavra nova ou desconhecida?
  • do que trata o problema?
  • qual é a pergunta?
Novamente o cuidado nessa estratégia é para não resolver o problema pelos alunos durante a discussão e também, não tornar esse recurso uma regra ou conjunto de passos obrigatórios que representem um roteiro de resolução. Se providenciar para cada aluno uma folha com o problema escrito, o professor pode ainda:
  • pedir aos alunos que encontrem e circulem determinadas palavras;
  • escrever na lousa o texto do problema sem algumas palavras, pedir para os alunos em duplas olharem seus textos, que devem ser completos, e descobrirem as palavras que faltam. Conforme as palavras são descobertas os alunos são convidados a ir ao quadro e completar os espaços com as palavras descobertas.
Em todos esses casos o professor pode escolher trabalhar com palavras e frases que sejam significativas para os alunos ou que precisem ser discutidas com a classe, inclusive aquelas que se relacionarem com noções matemáticas. Os problemas são resolvidos após toda a discussão sobre o texto, que a essa altura já terá sido interpretado e compreendido pela classe uma vez que as atividades que sugerimos aqui contemplam leitura, escrita e interpretação simultaneamente.
Ampliando possibilidades
para os leitores
Para os alunos do ensino fundamental e médio que já lêem com mais fluência textos diversos, o professor pode propor outras atividades envolvendo textos de problemas. A primeira delas, sem dúvida, é deixar que eles façam sozinhos a leitura das situações propostas.
A leitura individual ou em dupla auxilia os alunos a buscarem um sentido para o texto. Nessa leitura o professor pode indicar que cada leitor tente descobrir sobre o que o problema fala, qual é a pergunta, se há palavras desconhecidas.

Aí então é possível conduzir uma discussão com toda a classe para socializar as leituras, dúvidas, compreensões. Novamente não se trata de resolver o problema oralmente, mas de garantir meios para que todos os alunos possam iniciar a resolução do problema sem, pelo menos, ter dúvidas quanto ao significado das palavras que nele aparecem.
Assim, se houver um dado do problema, um termo que seja indispensável e que os alunos não conheçam ou não saibam ler, principalmente no início do ano, o professor deve revelar seu significado, proceder à leitura correta. Esse processo pára quando os alunos entendem o contexto dos problemas.

Nesse processo é possível ainda que o professor proponha aos alunos que registrem, no caderno ou em um dicionário, as palavras novas que aprenderam, ou mesmo aquelas sobre as quais tinham dúvida para que possam consultar em outras vezes que for necessário. Em relação àqueles termos que tenham significados diferentes em matemática e no uso cotidiano, o ideal é que sejam registrados no caderno dos alunos com ambos os significados, podendo inclusive escrever frases que ilustrem esses significados. Vejamos outras estratégias.
  • apresentar aos alunos problemas com falta ou excesso de dados para que eles analisem a necessidade ou não de informações no texto;
  • apresentar aos alunos o texto de um problema no qual falte uma frase ou a pergunta, deixar que eles tentem resolver e que tentem completar aquilo que falta para o problema ser resolvido;
  • apresentar um problema com frases em ordem invertida e pedir que os alunos reorganizem o texto;
  • pedir que os alunos elaborem problemas com palavras que apresentam sentidos diferentes quando utilizadas em matemática e no cotidiano: tira, produto; domínio; diferença, etc.
Desejamos finalizar nossas considerações com o alerta de que essas ações que o professor pode empreender para tornar o aluno leitor de um problema não podem ser esporádicas, nem mesmo isoladas. É necessário que haja um trabalho constante com essas estratégias, em todas as séries escolares, pois será apenas enfrentando a formação do leitor e do escritor como uma tarefa de todos os professores da escola, inclusive de matemática, que criaremos oportunidades para que todos eles desenvolvam essas habilidades que são essenciais para que possam aprender qualquer conceito, em qualquer tempo. Ler e escrever nas diferentes disciplinas constitui uma das chaves mais essenciais para a formação da autonomia a partir da escola.
Para saber mais:
  • Pozo, J.I. (org) A solução de problemas. Porto Alegre, Artmed: 1998.
  • Reys, R.E. e Krulik, S. (orgs.). São Paulo: Atual, 1998.
  • Smole, K., Diniz, M.I. e Cândido, P. Resolução de problemas, coleção Matemática de 0 a 6, vol. 2. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • Smole, K. S. e Diniz, M.I. (orgs.) Ler, escrever e resolver problemas: habilidades básicas para aprender matemática. Porto Alegre: Artmed, 2001.
Informações sobre esses livros:
http://www.saraiva.com.br
http://www.livrariacultura.com.br

CIÊNCIA À MÃO






 Pesquisar sobre as partes das plantas e as espécies vegetais que são consumidas.

Objetivos
Estudar as partes das plantas que são comestíveis;
Pesquisar junto aos alunos os hábitos alimentares familiares relacionados aos vegetais.
Conteudos

 A importância das hortaliças - partes das plantas- aproveitamento dos alimentos – diferença de fruta e fruto
Material
·  Revistas
·  Tesoura
·  Cola
·  Cartolina

Início
O professor poderia começar perguntando aos alunos sobre as hortaliças mais conhecidas e posteriormente ir dificultando as perguntas. Quais as verduras e legumes que vocês comem em casa? Quem gosta de alface? Que parte da alface comemos (folhas, raiz, caule, fruto)? Qual parte da cenoura comemos?
Como é a plantação do chuchu? Que parte da planta comemos? Vocês sabem a diferença de fruto e fruta? Será que é a mesma coisa? O que fazemos com as partes dos alimentos que jogamos fora? Podemos aproveitar de alguma maneira? (Os alunos podem sugerir sopas de folhas e caules, bolinhos, ou até mesmo a compostagem, com as sobras desses alimentos).
Colocando
 O professor depois de discutir com os alunos as questões acima, poderá dividir a classe em 4 grupos. Cada grupo recortará das revistas figuras de verduras, legumes, frutas e frutos. Após essa etapa, o professor pede aos alunos separar as figuras de acordo com as partes das plantas (folhas, caule, bulbo, raiz, flor, semente, fruto) que são consumidas. Neste momento o professor vai discutindo com os alunos as partes das plantas e suas funções.
Acordo Após todos os alunos discutirem e concordarem sobre as partes das plantas que são consumidas, pode-se fazer o registro da atividade.
Registro
Os alunos poderiam registrar a atividade confeccionando quatro cartazes (um para cada grupo de alimentos) e no caderno com auxílio da tabela abaixo.Cada aluno poderá preencher a tabela abaixo. Marcando com um X as partes da planta que são comestíveis.[TABELA]

CIÊNCIA À MÃO

Estava dando um passeio pela rede à procura de imagens para utilizar numa aula sobre hábitos de higiene quando encontrei o site CIÊNCIA À MÃO. Fiquei encantada e o recomendo a todos. Ele disponibiliza vários recursos: atividades e experimentos, textos e apostilas, simulações e software, artigos de ciências,artigos de ensino,  livros e vídeos, revistas e links. IMPERDÍVEL!!!!










[Museus e Centros de Ciências]  [Sites]  [Páginas da Internet]  [Organizações não governamentais]  [Revistas de Ciências, Saúde e Meio Ambiente]  [Blogs de Ecologia e Ciências]  [Blogs sobre Educação]  [Empresas de Materiais para Laboraório]
 





domingo, 30 de outubro de 2011

MATEMÁTICA

Olha aí uma imagem que dispensa explicações. Onde a encontrei? No blog EDUCA NA WEB, de onde copiei também a lista de alguns endereços que disponibilizam desenhos infantis para colorir (veja na aba à direita).

NATAL - TEMPO DE REFLETIR

Nem o movimento incessante causado pela proximidade do fim do ano nos impede de refletir, e muito, sobre o significado do natal. Para alguns, apenas mais uma ocasição para o consumo desenfreado e para o desfile das conquistas materiais, para outros, uma oportunidade de se religar ao Criador. De qualquer forma, uma data marcante, que exige o cumprimento de alguns rituais, dentre eles, o adorno dos ambientes, a troca de presentes e o envio de cartões. Foi pensando nisso  que selecionei as sugestões adiante:













































 E AQUELA FLORZINHA TÍPICA DA ÉPOCA?
















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